Com paciência prescription drugs online without prescription e formas inusitadas, o holandês Ferry Staverman iniciou seu trabalho artísticos com peças pequenas, em papel e linha. Depois de descoberto a versatilidade possível de papéis de maior gramatura seu trabalho ganhou tamanho, literalmente, alguns mais de três metros.
Juntas, as obras se camuflam de uma floresta colorida, na segunda imagem dá pra entender melhor a dimensão do trabalho.
“Inusitado” é uma boa definição para o curta abaixo. Bad Things That Could Happen é um trabalho do coletivo londrino This is it. E eu ainda estou pasma com o ovo, o fogo e a água… E também com a proposta em si, de tornar alguns acontecimentos corriqueiros em absurdos gigantes.
Babador em punhos? Sim, pq esse post não dá pra ver sem babador…
Pra quem gosta do trabalho do Carlos Meira, acaba de adquirir mais um amor: Jeff Nishinaka.
Jeff é um mestre na arte de modelar papel, e antes que você pense que todas as imagens aí de baixo sejam feitas no computador, eu já adianto… assista o vídeo primeiro e comprove com seus próprios olhos! TOTALMENTE MASSA
Uma comédia de animação sobre o encontro de um casal de férias com um homem que acredita ser o assassino do Zodíaco. Baseado em uma história verdadeira.
*IMPORTANTE: Não deixei de ler esse post até o fim, uma surpresa lhe espera no final…
Nosso entrevistado de hoje é o senhor dos papéis (rsrsr), digo, do Papel Bistrô. Guilherme, ou simplesmente Gui, é catarinense e tem 23 anos. Formado em Artes Visuais, atua há 6 anos na área do design. Atualmente trabalha como designer gráfico na indústria cerâmica, desenvolvendo materiais para PDV, feiras e demais materiais gráficos. Fora dos compromissos de proletariado, se dedica a desenvolver sketchbooks para os que querem ter algo legal para desenhar e escrever. Hey Ho Let’s go!
Massa – Desde quando o Papel Bistrô existe? Como foi que surgiu a idéia? Gui – O Papel Bistrô surgiu neste ano, no mês de março, mas antes disso eu já produzia cadernos e divulgava o trabalho na minha página pessoal do Flickr.
A idéia de fazer este trabalho surgiu no final de 2008 quando eu conheci o trabalho da designer Rosa Guimarães, e me encantei com a encadernação artesanal. Decidi que iria aprender a fazer, não sabia como iria aprender e nem o que fazer com isso, mas eu queria. Era época de projeto de TCC na universidade e então resolvi fazer cadernos artesanais no projeto, o que me obrigou a aprender sobre encadernação. Depois de fazer e apresentar meu TCC, onde desenhei superfícies para as sete etnias que colonizaram a cidade onde nasci, Criciúma, e apliquei em capas de cadernos artesanais, o negócio continuou…fazia um caderno aqui, um álbum de fotos ali, e a coisa foi tomando corpo até virar o Papel Bistrô.
Massa – Fale um pouco da escolha do nome Papel Bistrô? Gui – Eu queria criar uma marca para dar identidade ao trabalho e aos produtos, fiquei dias pensando e conversando com amigos. A escolha por Papel Bistrô se deu pela vontade de ter um nome que fosse aconchegante, que fizesse relação com o artesanal, com a pessoalidade do material. Então a palavra “bistrô” surgiu, que é um restaurante pequeno, onde as pessoas tem seus momentos de lazer, que preza pela qualidade do serviço e que trabalha também de acordo com a preferência do cliente. O conceito se encaixou aos princípios que planejei para a marca, ficando Papel Bistrô.
Aliás, gostaria de agradecer aos meus amigos pelas conversas sobre o assunto e dicas que me deram.
Massa – Como você aprendeu arte da encadernação? Fez cursos? Auto-didata? Gui free cialis without prescription – Aprendi duas técnicas básicas em uma oficina de encadernação na semana acadêmica do curso de Design da UDESC, em Floripa, em setembro de 2008. A partir dessa base eu aprendi outras técnicas de costura e colagem observando fotos de outros profissionais, lendo em livros e na internet. Dediquei-me a pratica para aperfeiçoar a técnica até chegar a algo bom para comercializar.
Massa – Como é o processo de criação e desenvolvimento? Gui – Com bastante pesquisa de papéis, tecidos e outros materiais. Muitos dos produtos são feitos com base no que as pessoas pedem com freqüência, como cadernos básicos com revestimento preto e detalhes coloridos. Os formatos também são escolhidos pensando no manuseio. Já os projetos mais especiais, eu geralmente converso com a pessoa pra entender o seu gosto, assim consigo produzir um sketchbook bastante pessoal.
Massa – Você é formado em Artes Visuais, como o curso contribui na criação dos cadernos? Gui – Técnicas de montagem, planificação, pintura e colagem sempre são bem utilizadas, mas são nos projetos especiais onde consigo criar mais e aplicar outros conhecimentos adquiridos nos curso e na minha profissão, como no projeto dos cadernos étnicos que comentei anteriormente. Fora isso, sempre estou pensando em algo novo para produzir, explorando as possibilidades com as costuras, com as ferramentas, e pesquisando possibilidades de parcerias. Massa – Eu quero ter um! Como faço pra comprar? Gui – Ah, é bem simples: Pode entrar no site www.papelbistro.com, ver alguns modelos e entrar em contato através do e-mail contato@papelbistro.com
Abraços a todos os leitores do Massa! Espero que gostem da entrevista e do meu trabalho.
Se você ficou apaixonado pelos cadernos do Gui, e quer por que quer ter um! O massa é a solução para seus problemas.
Eis que surge uma promoção Massa do Papel Bistrô através do blog.
Simples, Digite no seu twitter a seguinte mensagem:
RT @massacultural Quero ter um caderno que o @guilhermegps faz! [Sorteio Massa do PapelBistrô] http://migre.me/vLbF
Fazendo isso você está participando do Sorteio do caderno aí de baixo que acontecerá na quinta-feira, tá esperando o que?
Você tem até quinta! Valendo!!!!