Não, você não leu errado aí em cima, é cortadora de histórias mesmo.
Conheci o trabalho de Coron há mais ou menos duas semanas pelo @IgorDrudi, e fique babando até desidratar. ^^
O que ela faz é trabalhar com silhuetas, principalmente em papel (três ultimas imagens) mas o leque de aplicações para essa técnica é infinito. Ver é melhor que contar…
Escondam meu cartão de crédito!!!! Posso vir a fazer coisas das quais eu vou me arrepender no fim do mês… como por exemplo me soterrar em divídas graças a loja Blik! Queria também, ter parede suficiente pra aplicar todas as idéias maravilhosas deles!
Explicando… Blik é uma loja especializada em decalques de parede… o diferencial deles: criatividade!
Por que criatividade?
Pq a história da Blik nasceu da necessidade de Scott Flora e Jerinne Neils em encontrar algo lá em 2002 que fosse diferenciado para aplicar em suas paredes… O que eles perceberam naquela época? Simples, meu caro watson, o que eles queriam não existia, além das alternativas serem pouquíssimas…
E foi assim que a Blik nasceu e se tornou uma empresa de design aclamada internacionalmente…
Como muitas artes, o quilling já teve seus autos e baixos, não sei se e estamos em sua era de ouro ou não, mas por ser uma arte interessante, bonita e inusitada, vale a pena a citação aqui no Massa. Sua origem exata é incerta, opiniões se divergem entre Egito e Europa, o fato é que existe, e desde muito tempo. A arte consiste em moldar e enrolar tiras de papel de 6mm a 3mm de largura. Os instrumentos são simples, palitos de dente ou churrasco (existe uma ferramente específica, mas pode ser substituída por palitos), tesoura e cola. Mas o especial da arte está no exercício de paciência do artista.
Balelinhas a parte, o que queria mostrar aos leitores é o trabalho de Inna e a incrível capacidade que ela tem de “desenhar” formas com estes papéis finos colados verticalmente.
(Peço desculpas quanto as imagens com marca d’agua, mas a artista o fez e reforça-se os créditos)
Finalizadas as apresentações, voltamos a nossa programação normal, claro que, com referências muito massa sempre.
Hoje o Massa trás uma obra em papel de encher os olhos. Quem produz as peças são Amy Flurry escritora freelancer e editora e Nikki Salk que trabalha com moda, mas confessa sua paixão pelo trabalho com papel. Exposições e vitrinismo são uma constante em seu trabalho. Pudera… Basta ver o resultado das peças.
Depois destes trabalhos, acredito que todo material é versátil, desde que se tenha paciência e vontade de trabalhar com ele.
Como já conversamos na semana passada com o comercial da Brastemp Inverse, saber como um comercial foi feito – ao menos para nós – parece termais importância do que o comercial em si. O comercial acima, para a Exmark tem toque bem brasileiro de Carlo Giovani que assina o concept design e Fabino Silva e Pedro Piccinin responsáveis pela montagem e assistência de arte. No Flick de Giovani, foram publicado as imagens do processo. Concept, protótipos, estruturas de teste…
Cada imagem reafirma o cuidado com os detalhes e preocupação com os movimentos das peças. E cada imagem me deixa ainda mais pasma com o trabalho do estúdio.