Desde que o 7×1 nasceu, ele tem virado a nossa seção mais querida. Por quê? É simples, de todos os nossos posts esse é o que a gente mais consegue interagir com as pessoas! Primeiro porque trocamos idéias com pessoas muito massa, nossos, de certa forma “entrevistados”. Segundo porque recebemos comentários de vocês sobre o que pensam do assunto, sobre o que pensam das respostas e por fim, ficamos muito orgulhos de ver o Massa inspirando pessoas com a Deize a escreverem…
Nesse processo, a gente aprende um bocado, troca um monte de experiência e se renova!
Pra continuar a nossa colcha de retalhos de respostas que fazem a diferença na sua vida, a pergunta é:
Que dicas você daria pra quem está começando?
Segue as respostas abaixo! (Ah, obrigada Daniel, Diego, Cuducos, Henrique, Marlon, Phil, Raul … vocês são massa!!!)
P.s. Pra quem ta começando isso é uma verdadeira aula do que fazer com a sua carreira. Aproveitem!
01.

Daniel Edmundson – Designer
1) Não use drogas para trabalhar. Não que eu seja contra as drogas e tal. Se quiser fumar um beck em casa, isso é problema de cada um. A nossa profissão já tem um estigma muito negativo em relação a isso. Profissionalmente o que eu vi até hoje é que as drogas atrapalham muito mais do que ajudam alguém no trabalho. Esse mito do designer doidão tendo um “insight” depois de fumar tem que acabar. Nosso trabalho é algo sério, que tem que ser feito com o máximo de atenção. Nossos clientes merecem isso. Claro que deve ter gente que consegue fumar e trabalhar numa boa… Mas é uma minoria. Digo isso mais pra quem está começando, que pode ainda acreditar nesse tal “glamour”…
2) Trabalho! Trabalho! Trabalho! Não se consegue nada sem suor, sangue e lágrimas… Eu não acredito em Deus, mas é a ideologia protestante de que o trabalho liberta. Trabalho não é fardo (se for, vá procurar outra coisa pra fazer AGORA). Se você não levar a sério o que faz, ninguém vai. Para se chegar a um bom produto final leva horas e horas na frente do computador. Não existe isso de você sentar e fechar tudo em 10 minutos. O designer fazendo tudo num “insight” mágico é outro mito. Esse acho que herdamos das artes plásticas (que sofrem muito com isso também). É um absurdo pensar em criar algo realmente bom sem suor. Isso se aplica a qualquer trabalho. Tem que haver dedicação diária, ou então é hobby.
3) Produza. Tente produzir o máximo possível. Não adianta nada ter 1 trabalho bom. O nível de um profissional não se mede por poucos trabalhos, mas pelo padrão da produção. Nisso acho importante também ter “acabismo” e colocar as coisas na rua. Quem fica namorando o trabalho além da conta, retocando detalhes demais, perde tempo. Tem que produzir muito, o overall dessa produção vai dizer quem você é, e não 1 trabalho isolado. Como numa arte marcial: repetição leva a perfeição.
4) Desenvolva o seu próprio método de trabalho. Seja racional nisso, pense como você produz melhor, qual é o seu padrão ao desenvolver um trabalho. Isso você vai notando aos poucos, mas tome nota mental de como você funciona. Por exemplo: eu pessoalmente gosto muito de dormir meus trabalhos, olhar pra eles pela manhã sem aquela bagagem toda do dia anterior, e tento racionalmente sempre fazer isso.
5) Seja responsável, cumpra prazos e seja educado. Sim, tudo aquilo que sua mãe lhe ensinou (e que você desaprendeu na faculdade) vale algo. Na verdade vale MUITO. É o que muitas vezes separa um profissional bem sucedido do resto. É claro que o cliente vai sempre preferir trabalhar com fornecedores que tenham um mínimo de responsabilidade.
6) Tente ser uma pessoa melhor e seja amigo da natureza. Hahahah. É sério! Temos que ser mais responsáveis com o mundo no qual vivemos, tanto com os outros seres humanos como com a própria natureza. O verdadeiro bom design é acima de tudo racional.
7) Seja sincero com você mesmo e com os seus clientes. As vezes a melhor opção é negar um trabalho.
Viva as regras para depois quebrá-las. Yo, isso é óbvio, né? Mas vale a pena falar.
9) Tem gente que usa o fato de estarmos em Recife como desculpa para seu fracasso. Fique longe dessas pessoas. Se Londres e Nova York são a nova Roma, onde fica Recife no mapa? Hahah, estamos sim loooonge do centro. Mas é sempre bom lembrar que Napoleão nasceu na Córsica e saiu de lá para o trono em Paris (a história não é bem assim, mas serve pra ilustrar). É nos subúrbios do mundo que são feitas as melhores músicas.
A história de Local x Universal é massa também. Temos que aprender a usar o que temos de melhor a nosso favor.
10) Contatos. Mantenha uma boa rede de contatos. Atrás dos computadores existem seres humanos. Lembre-se disso ao falar pelo MSN e mandar e-mails. Nada supera um bom aperto de mão e o olho-no-olho, mas podemos tentar “humanizar” as nossas conversas eletrônicas.
Daniel Edmundson é designer, ilustrador prescription drugs online without prescription e sócio da mooz.
02.

Diego Piovesan Medeiros – Diretor de arte
Estude, questione, se atualize.
Se você quer fazer diferença mais pra frente não pare de estudar, ler, trocar idéias, saber escutar os outros, e correr atrás da informação. O mercado valoriza quem tem sede de conhecimento, tem organização e responsabilidades. Quando você estiver frente a frente com um problema, possuindo uma bagagem de conteúdo, você encontrará a solução mais rapidamente.
Ser curioso é o primeiro grande passo para o conhecimento.
Quando estamos começando muitas dúvidas rondam nossas cabeças, mas uma certeza existe: não parar de estudar e se atualizar. O mundo muda muito rapidamente, a tecnologia muda, as tendências mudam, e saber acompanhar tudo isso te ajudará muito nesse caminho nebuloso.
Saiba escutar. Aquele ditado que fala que temos dois ouvidos para escutar e uma boca para falar é fundamental para quem quer aprender. Quando está começando, humildade é impotantíssimo, saber ouvir e respeitar os profissionais mais experientes é simplesmente mostrar que você tem educação e está interessado em evoluir. Afinal, no começo da carreira você não é nada, ainda!
Dentro da área de direção de arte, existem muitos profissionais excelentes na utilização das ferramentas, dominam photoshop, ilustrator, indesign. Mas o grande problema é como usar tudo isso para solucionar o problema do meu cliente. Esse feeling só vem com muito treino e muita pesquisa, errando, trabalhando, testando, como falei acima, sendo curioso e tendo uma bagagem cultural. Saber a ferramenta é importante, até porque se você fosse pedir um emprego numa empresa de transportes, você teria que saber dirigir caminhão. Mas dentro do nosso mundo da criação prublicitária isso é apenas uma das armas, a mente criativa nunca será substituída pela máquina e a força de seu lápis tem mais valor que o atalho do photoshop.
Para finalizar, tenha objetivos grandiosos para sua carreira e trabalhe para que isso aconteça. Uma vez escutei um ditado que dizia mais ou menos assim: “mire sempre na lua, o mínimo que pode acontecer é você atingir uma estrela”. Quando pensamos e sonhamos alto, acreditando e trabalhando pra isso, as coisas acontecem.
O mercado está sempre de braços abertos para bons profissionais.
E se caso fecharem as portas da oportunidade pra você, crie uma.
Vai lá e arrasa! Sucesso sempre.
Diego Piovesan Medeiros é diretor de arte, professor e colaborador do Massa Cultural, portanto ele perdeu o direito de participar dos comentários dos posts. =D
03.

Eduardo Cuducos – Designer
É tanta coisa que a gente aprende quando começa a trabalhar que é difícil priorizar uma, ou parte, delas. Mas vejo no saber dizer “não” um valor enorme. E isso não vale somente para aquelas pessoas que tem
dificuldade em dizer “não”; mesmo os que não têm problemas para negar alguma coisa aos outros, podem aprender as dezenas de formas que temos para responder com um “não”. O “não” é tão importante, que resolvi falar dele. É sabendo utilizá-lo bem que conseguimos manter nossos princípios morais e éticos, manter nossas vidas pessoais seguras em relação à correria do dia a dia; mas também é por empregá-lo de uma maneira conveniente que conseguimos, além disso tudo, manter as portas abertas e crescer no campo profissional.
Para aqueles que tem medo de dizer não, é muito importante deixar esse sentimento de lado. Se acostume, pois qualquer hora todo mundo tem que impor seus limites, seja para o chefe, para o cliente, para o colega de trabalho. Dito disso, é importante reconhecer as fontes que justificam um “não”: pode ser uma opção profissional, como um problema específico em relação a prazo, material ou conceito que faça com que você não acredite mais no que irá fazer; pode ser uma escolha pautada em valores morais, como por exemplo o batido caso de não trabalhar para empresa de cigarros; mas também podemos ter motivos emocionais,
como você não ir com a cara daquele trabalho ou daquele cliente, ou simplesmente você ter outros planos sobre o que fazer no próximo feriado prolongado. Em todos esses casos temos uma opção a tomar e, se na balança íntima de cada um o “não” soar melhor, é bom valorizá-lo. Como é uma escolha, podemos ter coisas boas e, é claro, coisas ruins também em nossas decisões. Essas coisas ruins é que normalmente diferem um “não” teimoso e infantil de um “não” firme e profissional.
Assim, não ter medo de dizer “não”, saber dialogar para tentar deixar clara sua escolha (e suas justificativas, quando convir), e saber responder algo além do “não” (normalmente para não deixar ninguém na mão), é um bom caminho para o mundo profissional: mantém portas abertas, faz crescer e ainda coloca tijolinhos para se proteger do estressante e exigente mundo do trabalho.
Eduardo Cuducos é designer e está fazendo mestrado em Sociologia Política
04.

Henrique Nardi – Designer
Esqueça as aulas de software e preste atenção nas de desenho, teoria da cor, semiótica, história da arte… fotografia também (e tipografia, claro). São esses os conteúdos fundamentais que costumam fazer mais falta lá na frente.
Aproveite os trabalhos das inúmeras disciplinas para começar a montar um portfolio. Faça disso um hábito. Não deixe pro último semestre ou pro fim de semana antes da entrevista de emprego.
Escolha bem o estágio, de preferência um que lhe permita aprender sobre o dia a dia da profissão, desenvolver habilidades complementares… pra não virar mão-de-obra barata por seis meses a troco de (quase) nada.
O período de faculdade é ótimo para se formar/ampliar sua rede de contatos. Você está estudando ao lado de futuros parceiros e fornecedores.
Nem tudo se aprende em sala de aula: não deixe de frequentar os encontros de design!!
E por fim: não existe curso perfeito. Sejam quais forem as deficiências, não fique resmungando: faça parte da solução!
Henrique Nardi, é designer, professor, tem banda de rock e organiza há 6 anos o projeto “Tipocracia – estado tipográfico”
05.

Marlon Tenório – Ilustrador
A dica que eu daria para quem está começando tem mais a ver com uma postura, com o desenvolvimento de um hábito: invista na sua disciplina e perseverança tanto (ou mais até!) quanto você investe em cursos e treinamentos. Pois certificado nenhum vai torná-lo bom no que você faz e sim o seu esforço e compromisso consigo mesmo. Talvez esta dica vá além da carreira que se escolhe, acho que vale para a vida…
Como ilustrador iniciante, você não é conhecido e tampouco as pessoas lhe conhecem e vão contratar seus serviços. Essa corrente precisa ser quebrada de alguma forma. Se você é estudante de faculdade, comece a encarar seus professores como “clientes”, seus trabalhos escolares como “jobs”, suas notas como “pagamentos”. Isto vai ajudar no amadurecimento de uma postura mais profissional dentro de um local onde é mais fácil errar. Se seu trabalho não agrada o “cliente-professor”, na próxima unidade você não corre o risco de perdê-lo. Haverá uma nova chance de conquistá-lo e esta “colher de chá” nem sempre acontece no “mundo real”, onde prazos são apertados, cialis daily 5mg a grana é curta e os clientes precisam ser garimpados.
Uma coisa que me ajudou muito na carreira foi participar de salões de humor, para desenvolver técnica, aprender a ganhar e a perder e ainda poder embolsar uma grana extra. Nestes concursos você tem mais liberdade de criação, não tem um “briefing” fechado ou cliente exigindo demais. Se tem prós, também tem contras, como o fato de você investir horas num desenho e ele não ser premiado, mas o seu ganho também vem na forma de aprendizado, de treino, de exercício. Infelizmente se o humor não for a sua, o Brasil não conta com outros concursos para desenvolver talentos, mas sempre pinta coisas como concursos para mascotes, estampas para camisas, dentre outros. Não faça disso sua única prática, mesmo porque alguns desses concursos podem-se mostrar como “roubadas”, mas vale a pena pesquisar e arriscar um pouco. Outra alternativa é investir em trabalhos pessoais. Crie seus próprios clientes-virtuais, não espere que o cliente-real venha até você. E divulgue-se. Abra uma conta no Flickr, monte um blog, um site, inscreva-se no twitter, integre as ferramentas, use seu Orkut para linkar trabalhos, mostre-se no linkedin ou em qualquer outra rede social. É pra isso que essas ferramentas “internéticas” servem. Fale da sua vida pessoal, das bobagens, do cotidiano, mas mostre o que você faz também!
E se tá difícil sobreviver no começo como ilustrador, como designer, como qualquer coisa mais artísitica, faça como alguns super-heróis: tenha um trabalho estável num turno e pratique num outro. Não se acomode com a grana fácil e quando se sentir seguro para alçar voo, lance-se. O pior que pode acontecer é você dar com a cara no chão, mas dá pra levantar, tirar o pó e arriscar novamente… Foi isso o que eu fiz!
Marlon Tenório – ilustrador, cartunista, quadrinista, animador, designer… não necessariamente nesta ordem. Atualmente ilustra para o portal Globo.com, faz quadrinhos nas horas vagas e vive arranjando alguma sarna pra se coçar, ops, desenhar!
06.

Philippe – Publicitário
Antes mesmo de começar em qualquer coisa, deve-se fazer uma análise profunda da escolha. Diminuir ao máximo a possibilidade de querer voltar atrás. Eu não sou o senhor da verdade, mas uma diquinha ou outra sobre como iniciar na área de criação publicitária e ilustração eu posso dar.
Pergunte ao coração:
A primeira coisa a fazer é ouvir sua própria vontade.
Você realmente quer exercer essa profissão?
Passar uma boa parte da sua vida fazendo isso? E com prazer?
Ah! Sim, o prazer.
Tenha prazer em fazer:
Você já sentiu a satisfação de criar algo?
Já experimentou a sensação de não ver a hora passar quando está criando? Você gosta de surpreender os outros resolvendo problemas de maneira criativa?
Você é persistente no que quer ao ponto de saber lidar com a frustração?
É meu amigo…
A frustração:
“Frustração é uma emoção que ocorre nas situações em que algo impede que se alcance um objetivo pessoal. Quanto mais importante for o objetivo, maior será a frustração. É comparável à raiva.” (Wikipédia).
Seja bem-vindo ao mundo mágico da frustração.
Tanto para quem está começando quanto para quem está há muito tempo nesta jornada, o sentimento de frustração sempre vai andar ao seu lado.
Nossa profissão lida com o intangível, o imensurável, o subjetivo, variando de mente para mente e com o objetivo de agradar e seduzir os outros. Não raro, a idéia do cliente é a que prevalece e, se você não curte isso, então vá pintar quadros e viver de arte (isso se você souber pintar quadros).
Comunicação é assim.
Por isso, não basta saber fazer, tem que saber argumentar, e para argumentar e fazer tem que ter conhecimento.
Conhecimento VS a filha do cliente:
Ta bom! Você é um cabeça-dura que insiste em entrar nessa área.
Então vá estudar!
Leia de tudo, assista a tudo, escute tudo, faça quase tudo (usei o quase porque sempre tem uma mente maliciosa que pensa besteira).
Somente com uma bagagem extraordinária você será páreo para confrontar a opinião da “filha cuti-cuti – que só gosta rosa – do cliente”.
Se você não for capaz de executar o trabalho bem feito e com base em conhecimento de causa, dará margem para alguém meter o “dedão da alteração”. E isso é o que você não vai querer que aconteça, apesar de que é muito importante ouvir o que os outros tem a dizer.
Ouvidos da humildade:
Tenha sempre em mente que a partir do momento em que você acha que já sabe tudo, você não aprende mais nada.
É muito importante saber ouvir e saber perguntar muito.
O ideal é criar algo a partir de um bom briefing. Acontece que bons briefings estão em extinção. A moda agora é o JOB TWITTER (não passa de 140 caracteres).
Logo, (quase) toda contribuição é muito bem-vinda.
Ouça a todos, avalie tudo o que lhe falarem, pondere, absorva.
Deixe o estrelismo em comunicação lá nos anos 90.
Aprenda a fazer parte de uma equipe, de uma dupla, a trabalhar muitas vezes em conjunto com o cliente. Afinal, ele conhece mais do negócio dele do que você.
Respeite quem sabe das coisas, mas não deixe de perguntar o porque dessas coisas.
Tenha ídolos:
É importante você ter um norte na sua carreira, e nada melhor para um jovem padawan que observar alguém que já está onde você pretende chegar. Se possível, tenha muitos ídolos e fique por dentro do que eles estão fazendo e como estão fazendo.
Não se esqueça: pergunte.
No máximo, você vai ouvir um “não conto”. Mas, em tempos de internet, o que não falta é informação disponível para quem quer realmente aprender.
Utilize toda a informação adquirida para alcançar o objetivo a que se propõe.
Para isso é preciso tentar muitas vezes.
Treine:
O Rocky Balboa apanhava pacas, mas agüentava o repuxo porque treinava muito. Foi na persistência que ele conseguiu o que queria, inclusive a admiração de seus adversários.
Então, treine muito, seja teimoso, obstinado.
Se cair 1000 vezes levante 1001.
Lembre que o fantasma da frustração está só esperando um vacilo seu. Não se apegue aos problemas e sim às soluções.
Eu acho que me prolonguei demais. Mas, assim como me ajudaram quando comecei, me sinto muito feliz em ajudar quem está começando. Agora, me dêem licença que tenho que terminar vários Jobs para ontem.
Philippe Costa Alexandrino, 26 anos, sócio-Diretor, diretor de criação e diretor de arte da agência UP Comunicação de Marca e ilustrador nas horas vagas.
07.

Raul Krebs – Fotógrafo
Em fotografia, a minha principal dica é olhar e estudar arte – pintura, escultura, fotografia, ilustração.
De qualquer escola, estilo e época. Começando pelos mais clássicos e vindo até os mais contemporâneos.
E quando falo em olhar, não é aquele olhar desinteressado e desatento, comum aos estudantes de
hoje. Mas um olhar perspicaz, atento aos detalhes, história, técnica, resultado, estilo, luz, enquadramento,
composição e outros elementos fundamentais pra contrução de imagens.
Desse jeito o fotógrafo iniciante vai treinando o olhar e colecionando referências.
Outras dicas básicas são:
- ter uma postura pessoal e ética, tanto em aula quanto no trabalho;
- ter cuidado com a apresentação do seu trabalho/portfólio (sennao, quem vai respeitar o teu trabalho?);
- buscar um estilo através de referências e prática;
- compartilhar conhecimento;
- fotografar sempre.
Raul Krebs, fotógrafo profissional e professor na ESPM-RS.
E ai depois de tudo isso o que você tem a dizer? Deixe sua opinião nos comentários… A gente vai adorar ampliar a nossa gama com a sua resposta! Que dicas você daria pra quem está começando? Conta pra gente seus segredos… A equipe massa também brinca, e sempre deixa suas opiniões ali nos comentários =)
7×1 é um post que propõe uma visão Muito Massa de sete cidadãos
“dedocraticamente” eleitos para responderem uma questão existencial pré-definida pela Equipe do Massa. O objetivo é catar a opinião de pessoas de diferentes áreas sobre um mesmo assunto, compará-las e fazer aquela Massa com sustância criativa!
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