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	<title>Massa Cultural &#187; massa</title>
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	<description>Um blog com sustância criativa</description>
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		<title>Tamiya e seu cartão de visitas inusitado</title>
		<link>http://www.massacultural.com/2010/07/22/tamiya-e-seu-cartao-de-visitas-inusitado/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 15:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carladebona</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto eu faço valer o digno ditado: &#8220;casa de ferreiro, espeto de pau&#8221; e não crio vergonha na cara e faço um simples cartão de visitas, a Tamiya não só fez um cartão de visitas para sua empresa, mas fez o Cartão mais massa que eu vi nos últimos tempos.
(Diferente de da minha pessoa, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto eu faço valer o digno ditado: &#8220;casa de ferreiro, espeto de pau&#8221; e não crio vergonha na cara e faço um simples cartão de visitas, a <a href="http://www.tamiya.com/" target="_blank">Tamiya</a> não só fez um cartão de visitas para sua empresa, mas fez o Cartão mais massa que eu vi nos últimos tempos.<br />
(Diferente de da minha pessoa, <a href="http://www.flickr.com/photos/carladebona/3460903537/" target="_blank">o massa cultural tem cartão de visitas</a>, sim senhor! <img src='http://www.massacultural.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> )</p>
<p>Para contextualizar e a brincadeira fazer sentido, vamos começar falando da Tamiya.  Ela é uma empresa japonesa especializada na criação de modelos diversos, como carros e aviões. Para divulgar sua recente expansão ao mercado da Tailândia, em junho desse ano, a empresa apresentou o cartão de visitas aí de baixo, que além de ser um cartão, também é um kit de modelagem e pode se transformar em um avião, barco ou carro. Tudo bem você nunca mais vai ter acesso as informações do cartão, mas do ponto de vista do impacto e da criatividade, esse cartão é Sustanciosamente Massa!</p>
<p><a rel="attachment wp-att-6270" href="http://www.massacultural.com/2010/07/22/tamiya-e-seu-cartao-de-visitas-inusitado/tamiya-name-card/"><img class="size-full wp-image-6270 alignnone" title="tamiya-name-card" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/tamiya-name-card.jpg" alt="" width="515" height="505" /></a><a rel="attachment wp-att-6271" href="http://www.massacultural.com/2010/07/22/tamiya-e-seu-cartao-de-visitas-inusitado/tamiya-card-models/"><img class="size-full wp-image-6271 alignnone" title="tamiya-card-models" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/tamiya-card-models.jpg" alt="" width="515" height="555" /></a></p>
<p>O mais legal de tudo, é que a Tamiya afirmou que a campanha foi tão bem recebida que clientes e designers correram para as lojas requerendo especificamente um cartão com seus nomes que também pudesse ser montado como um modelo de veículo.</p>
<p>Pode me incluir na lista de entusiastas: Também quero o meu <img src='http://www.massacultural.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Os créditos da criação ficam pra agência <a href="http://www.creativejuicebangkok.com/" target="_blank">Creative Juice Bagkok</a> que tem a Tamiya como cliente.</p>
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		<title>Artigo Massa: Como lidar com os casos de plágio?</title>
		<link>http://www.massacultural.com/2010/07/15/artigo-massa-como-lidar-com-os-casos-de-plagio/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 17:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ConvidadoMassa</dc:creator>
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Lembram do nosso 7&#215;1 sobre Plágio e Referência? Se não lembra, acesse aqui e depois volte e leia esse post.
A idéia daquele 7&#215;1 em especial, além da opinião dos convidados sobre plágio e referência, era dar um bônus pra vocês onde alguém com conhecimento de causa pudesse ajudar a responder a seguinte pergunta: Como lidar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-6234" href="http://www.massacultural.com/2010/07/15/artigo-massa-como-lidar-com-os-casos-de-plagio/ilustramassafinal/"></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-6239" href="http://www.massacultural.com/2010/07/15/artigo-massa-como-lidar-com-os-casos-de-plagio/ilustramassafinal2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-6239" title="ilustramassafinal2" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/ilustramassafinal2.jpg" alt="" width="560" height="257" /></a></p>
<p>Lembram do nosso 7&#215;1 sobre Plágio e Referência? Se não lembra, <a href="http://www.massacultural.com/2010/07/07/7x1-como-voce-lida-com-referencias-e-qual-sua-opiniao-sobre-os-casos-de-plagio/" target="_blank"><strong>acesse aqui</strong></a> e depois volte e leia esse post.<br />
A idéia daquele 7&#215;1 em especial, além da opinião dos convidados sobre plágio e referência, era dar um bônus pra vocês onde alguém com conhecimento de causa pudesse ajudar a responder a seguinte pergunta: <strong>Como lidar com os casos de plágio?</strong><br />
Depois de idas e vindas, e graças a imensa ajuda do Renato Faccini, um dos convidados daquele 7&#215;1, conseguimos o contado do Professor Hugo Backx. Se ele não é a melhor pessoa pra responder essa questão, não sei quem é. Formado em Desenho Industrial e também Direito ele colaborou com o Massa e escreveu um artigo super esclarecedor sobre como lidar com o plágio.</p>
<h1 style="text-align: center;"><a href="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/plagio.pdf" target="_blank"><strong>Baixe o artigo aqui</strong></a></h1>
<address><em>O anexo está em pdf (secured) para evitar alterações de seu conteúdo. Quanto à reprodução (parcial ou integral) em outro local, sem fins lucrativos, somente pode ser feita mediante citação da fonte (autor e o blog).</em></address>
<p>Nas palavras do Hugo: &#8221; Torço para que de alguma maneira seja útil para os que acessam o blog. Espero que o texto não soe muito &#8216;formal&#8217; ou &#8216;acadêmico&#8217;, apesar do esforço para torná-lo mais solto, porém o tema é um tanto &#8216;ácido&#8217;.&#8221;</p>
<p>Mais uma vez obrigado professor Hugo, você foi totalmente massa! E Renato Faccini graças a sua dica de ouro esse artigo está aqui hoje <img src='http://www.massacultural.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  E vocês queridos leitores, aproveitem! Leiam e comentem o espaço pra discussão está aberto&#8230; <img src='http://www.massacultural.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>________________________________________________________________________</p>
<p><strong>Hugo Backx </strong>é graduado em Desenho Industrial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1986), graduado em Direito pelo Centro Universitário Augosto Motta (2000), mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994), advogado (OAB/RJ 111472). É professor Assistente em regime de dedicação exclusiva no curso de Desenho Industrial &#8211; Habilitação Projeto de Produto (UFRJ). Tem experiência na área de design de produto, perícia judicial em contrafação de design, em Propriedade Intelectual e Propriedade Industrial. É coordenador do Laboratório de Propriedade Intelectual &#8211; Lapi / UFRJ.<br />
Se você quiser entrar em contato com o autor e trocar uma idéia, envie email para: <a href="mailto:papodesign@backx.net">papodesign@backx.net</a></p>
<p>________________________________________________________________________<br />
<em><strong>Artigo Massa</strong> é um post esporádico onde convidados têm espaço para publicar um artigo, sobre qualquer tema, que tenha a ver com o jeitinho Massa Cultural de ser. O objetivo é mostrar o quanto tem gente com conteúdo massa por aí. E claro, criar uma bela discusão e troca de ideias com os Leitores Massa.</em></p>
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		<title>Jardim das Delícias</title>
		<link>http://www.massacultural.com/2010/07/12/jardim-das-delicias/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 11:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carladebona</dc:creator>
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Em busca do “palácio dos prazeres perdidos”, o Cafundó Estúdio Criativo passou muitas noites em claro e fez uma viagem que durou seis meses. No caminho, roteiro, criação de personagens e cenários, animação 2D e 3D e pós-produção. Enfim, chegou ao “Jardim das Delícias”, vídeo clipe produzido para a música de mesmo nome da banda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.massacultural.com/2010/07/12/jardim-das-delicias/image001/" rel="attachment wp-att-6190"><img src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/image001-560x736.jpg" alt="" title="image001" width="560" height="736" class="alignleft size-large wp-image-6190" /></a></p>
<p>Em busca do “palácio dos prazeres perdidos”, o <a href="http://www.cafundoestudio.com.br/" target="_blank">Cafundó Estúdio Criativo</a> passou muitas noites em claro e fez uma viagem que durou seis meses. No caminho, roteiro, criação de personagens e cenários, animação 2D e 3D e pós-produção. Enfim, chegou ao “Jardim das Delícias”, vídeo clipe produzido para a música de mesmo nome da banda Sociedade Soul, de Florianópolis.</p>
<p>Mas essa viagem não parou por aí. O Cafundó levou o “Jardim das Delícias” ao Anima Mundi (18 Festival Internacional de Animação do Brasil), que ocorre entre os dias 16 e 25 deste mês no Rio de Janeiro, para concorrer com animações de peso, como “Gorillaz Stylo” e “The Beatles: Rock Band”. Gustavo Brazzalle, um dos diretores do clipe, conta que esses eram os trabalhos de referência para a produção. “É muito bom ver que estamos concorrendo com os caras que nós achamos demais”.</p>
<p>Entre cenas de sonhos dos próprios integrantes da banda, e a mente recheada de polvos de chocolate dos produtores do Cafundó, nasceu um roteiro de produção conjunta. Agregando-se ideias, surgiu uma mulher monstro, instrumentos mágicos, pássaros gigantes, além dos próprios integrantes do Sociedade Soul caricaturados como protagonistas da história.</p>
<p>Durante esses seis meses, nem mesmo o também diretor João Pedro Agnoletto sabe dizer o quanto de energético foi consumido. O trabalho, taxado às vezes de “megalomaníaco” pelos membros da equipe Cafundó &#8211; que desenvolviam outros projetos paralelos ao mesmo tempo &#8211; reuniu duas técnicas de animação (2D e 3D), criatividade e muita dedicação.</p>
<p>Orgulhosos do resultado final, essa galera segue produzindo e tem certeza que o Cafundó fica bem perto do “Jardim das Delícias”. Quer conferir?  Entre no site <strong><a href="http://www.jardimdasdelicias.com" target="_blank">www.jardimdasdelicias.com</a></strong> e assista ao vídeo. Lá você também pode fazer o download da música e dos wallpapers. </p>
<p><object width="560" height="315"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12865173&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=638f96&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12865173&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=638f96&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="560" height="315"></embed></object></p>
<p>De lambuja, você ainda pode ver o processo de criação:<br />
<strong>Concept Art<br />
<a href="http://www.cafundoestudio.com.br/download/SociedadeSoul/" target="_blank">http://www.cafundoestudio.com.br/download/SociedadeSoul/</a></strong></p>
<p><strong>Animatic<br />
<a href="http://vimeo.com/13126498" target="_blank">http://vimeo.com/13126498</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>7&#215;1 &#8211; Como você lida com referências e qual sua opinião sobre os casos de plágio?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 11:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carladebona</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A idéia desse 7&#215;1 nasceu da gigantesca repercussão do caso de uma grande rede de varejo ter plagiado ilustrações em suas peças de roupas. Foi assim, durante uma conversa no gtalk, eu, a equipe do MassaCultural e o Henrique Nardi (Tipocracia) conversamos e conversamos até que a pergunta desse 7&#215;1 apareceu&#8230; Acho que esse é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia desse 7&#215;1 nasceu da gigantesca repercussão do caso de uma grande rede de varejo ter plagiado ilustrações em suas peças de roupas. Foi assim, durante uma conversa no gtalk, eu, a equipe do MassaCultural e o Henrique Nardi (Tipocracia) conversamos e conversamos até que a pergunta desse 7&#215;1 apareceu&#8230; Acho que esse é um assunto super importante para todos os profissionais da área, e mais ainda para quem está começando sua carreira e está precisando de um norte. Aproveite a aula que nossos convidados nos deram e deliciem-se!</p>
<h4>Como você lida com referências e qual sua opinião sobre os casos de plágio?</h4>
<p>Segue as respostas abaixo! (Ah, obrigado Eduardo, Elias, Fabiano, Hiro, Lya, Renato e Renato&#8230; vocês são massa!!!)</p>
<h1>01.</h1>
<p><a rel="attachment wp-att-6148" href="http://www.massacultural.com/2010/07/07/7x1-como-voce-lida-com-referencias-e-qual-sua-opiniao-sobre-os-casos-de-plagio/eduardo/"><img class="alignleft size-full wp-image-6148" title="Eduardo" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/Eduardo.jpg" alt="" width="200" height="214" /></a>Uso de referências e influências tem a ver com respeito ao que veio antes, com a humildade de reconhecer que ninguém faz algo sozinho e do nada. É um parâmetro para a criação.<br />
Plágio é crime, e desrespeito com a obra do outro. Tem a ver com má fé e incompetência.<br />
As referências são um dos principais alicerces para o meu trabalho, para tudo o que desenho e para as ideias que tenho. Podem vir de qualquer coisa: do trabalho de outros artistas visuais, da Música, do Cinema. Da Arte ou da observação direta da vida.<br />
Procuro ter uma linguagem gráfica que seja bem original, mas tudo o que vejo e gosto pode influenciar meu desenho. Às vezes, vejo trabalhos de artistas que são um ímã pro meu estilo: gosto tanto que acabo inconscientemente levado a fazer parecido, mas aí eu tento digerir o que absorvo, para que não fique só refletindo a luz dos outros.<br />
A ideia é transformar. Se eu não tiver nada de novo a dizer, acho que não vale à pena trabalhar com arte e criatividade.<br />
Num sentido mais prático, gosto de trabalhar com a referência fotográfica, que garante uma qualidade de realismo em termos de proporções, perspectiva e composição, ao meu traço essencialmente errante e fluido. Gosto da mistura entre o caos das linhas e cores com a ordem que a foto impõe.<br />
Procuro trabalhar sobre minhas próprias fotos, ou de amigos que me autorizam. Quando não dá, procuro fazer com que meu desenho seja o mais distante possível da referência, que se torne uma obra distinta, ainda que derivativa. É bom pra ética profissional e pra criatividade.<br />
Acredito que ninguém plagia um trabalho sem saber o que está fazendo. Você pode até ser influenciado além do que deveria, ou quase copiar uma ideia sem saber que está copiando. Quando tua postura é autêntica, normalmente a reação é um &#8220;que droga! fiz parecido com o trabalho deste cara e nem percebi!&#8221;. No caso de quem plagia, existe má fé, e a ideia é um ingênuo &#8220;duvido que alguém descubra de onde copiei isto&#8221;, o que é estúpido: se o cara se acha malandro e plagia o trabalho de um ilustrador da Romênia, corre o risco de cair no twitter e ter o filme queimado mais rápido do que espera.<br />
Já vi caso de pilantra montar um &#8220;portfolio online&#8221; carregado de trabalhos de terceiros, alegando autoria. Isso não tem nada a ver com influência, e sim com transgressão às leis de direito autoral, que são uma proteção autêntica para as pessoas que vivem de sua produção intelectual. É preciso desencorajar o plágio, informando profissionais e amadores, denunciando e punindo quem o comete.<br />
<strong>Eduardo Nunes, ilustrador &#8211; <a href="http://www.flickr.com/photos/eduanunes/" target="_blank">FLICKR</a></strong></p>
<h1>02.</h1>
<p><a rel="attachment wp-att-6151" href="http://www.massacultural.com/2010/07/07/7x1-como-voce-lida-com-referencias-e-qual-sua-opiniao-sobre-os-casos-de-plagio/elias-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-6151" title="elias" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/elias.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Referências são muito úteis. No ramo de ilustração, dificilmente encontraremos grandes ilustradores que não façam uso de referências, produzidas por eles mesmos ou de outros profissionais. Eu tenho um banco de imagens dos que considero grandes nomes da ilustração, sempre que tenho uma ilustração a fazer, vasculho estas referências e vejo como eles resolveram estéticamente algo que eu tenha que fazer neste trabalho. Certas vez preparando o jantar, enquanto fazia umas panquecas, percebi que sua textura me serviria como ferrugem, já utilizei as fotos das minhas panquecas em dois trabalhos (auto-retrato Wolverine e Capa da MAD 23), mas o que isso tem a ver?<br />
Quando fui convidado para fazer parte deste 7&#215;1, comecei a escrever desenfreadamente. Nossa! Quanta coisa para falar a respeito, até que parei e fui ler o que havia escrito. O texto parecia um dejavu, então resolvi dar uma pesquisada na internet pra ver o que escreviam sobre o assunto. Pásmem!! meu texto era &#8220;plágio&#8221; de pelo menos uma dúzia de outros, que jamais tinha visto.<br />
Hoje a quantidade de informação (visual/textual) disponível na internet e a impressionante facilidade com que se descobrem os plágios ou coincidências, tenham tornado este tema tão discutido. Como alguém falou em um dos textos de que &#8220;plagiei&#8221;, &#8220;precisamos ser muito mais criativos hoje&#8221;!<br />
E principalmente mais atentos, vc pode estar se envolvendo em um caso de coincidências, mas que hoje talvez possa ser interpretado como plágio.<br />
Vou citar um exemplo, em 2006 fiz um curso de design com o grande mestre Alexandre Wollner, na metade de uma das aulas, querendo apimentar, questionei sobre a incrível semelhança entre o logo da Compesca criado por ele e o da CESP-Centrais Elétricas de São Paulo criado pela Cauduro Martino ( ambos de 1966), ele deu um leve sorriso e respondeu que na época houve uma leve discussão a respeito mas depois os dois lados perceberam que seria impossível um ter copiado do outro. Na época, os desenhos racionalistas tendiam a se aproximar das 3 formas geométricas básicas o que tornava possíveis estas coincidências. Hoje, será que esta história teria um desfecho tão veloz e pacífico como foi?<br />
<strong>Elias de Carvalho Silveira , ilustrador e designer  &#8211; <a href="http://www.flickr.com/photos/elias_ilustracao_design" target="_blank">FLICKR</a></strong></p>
<h1>03.</h1>
<p><a rel="attachment wp-att-6152" href="http://www.massacultural.com/2010/07/07/7x1-como-voce-lida-com-referencias-e-qual-sua-opiniao-sobre-os-casos-de-plagio/o-silva/"><img class="alignleft size-full wp-image-6152" title="o silva" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/o-silva.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a>Referências me instigam à investigação, me fazem pensar. Eu procuro aprender com elas.  Uma boa referência é um norte, uma orientação. Ajuda, clareia e inspira. É um dos ingredientes, por assim dizer, de um complexo processo criativo. Plágio não tem processo e não é nada criativo.<br />
<strong>Fabiano Silva (o Silva), ilustrador &#8211; <a href="http://www.flickr.com/photos/osilva" target="_blank">FLICKR</a></strong></p>
<div style="clear:both;"></div>
<h1>04.</h1>
<p><a rel="attachment wp-att-6153" href="http://www.massacultural.com/2010/07/07/7x1-como-voce-lida-com-referencias-e-qual-sua-opiniao-sobre-os-casos-de-plagio/desenho-texto-hiro/"><img class="alignleft size-full wp-image-6153" title="Desenho texto Hiro" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/Desenho-texto-Hiro.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Sobre as referências:<br />
Referências para um ilustrador é o mesmo que conteúdo, seja ele como referência figurativa ou como referência de aprendizado. Faz parte da ferramenta de um ilustrador, assim como o papel, o lápis ou a criatividade, e a referência não vem só do Google, vem de todos meios possíveis, de livros e revistas, passando por fotos de família até filmes e videogames. Tudo pode ser referência para quem trabalha com desenho.<br />
Referência figurativa é aquela que você usa quando precisa ilustrar algo para um trabalho e não sabe ou não tem segurança de ilustrar de memória. Por exemplo, quando um job pede uma ilustração de um esturjão macho ou de um interocitro. Ninguém tem obrigação de saber como é um esturjão macho, para isso serve a entidade Google. O papel do ilustrador, nesse caso, é o de interpretar essa referência fotográfica em algo diferente, não simplesmente desenhando por cima da foto, pois estamos precisando de informação de FORMA e não de IDÉIA. É função do ilustrador mudar a posição, perspectiva, qualquer coisa para que o desenho não fique exatamente como a foto, pois a fonte original pode e deve ter direitos autorais e patrimoniais. Como hoje em dia é muito fácil conseguir a referência mas não a fonte, todo cuidado é pouco, principalmente se seu cliente for grande, onde as questões jurídicas, que envolvem penalidades e restrições, são elevadas de forma exponencial. Sempre deve-se considerar a referência desse tipo apenas como um apoio, um suporte, não como a base principal do desenho.<br />
Mais complicado é a referência de aprendizado. Todo ilustrador, pelo menos aqueles realmente interessados pela arte do desenho, sempre está fuçando a internet e livrarias, olhando trabalhos de ilustradores novos e veteranos. Nada estimula tanto a vontade de desenhar e criar novas soluções do que ver o trabalho de artistas que sabem fazer o que fazem com muita segurança.<br />
Todo ilustrador tem alguma insegurança em algum momento da carreira, aquele ponto obscuro que ele acho que é deficiente e sabe que precisa aprimorar. Você aprimora através de cursos e da prática constante. Como um ilustrador que sente que não sabe solucionar muito bem expressão facial, não sabe solucionar os olhos ou a boca dos seus personagens.<br />
Nessa hora, a prática constante leva a um ponto de círculo vicioso, onde ele só é quebrado através de uma referência externa. Quando seus olhos se iluminam quando encontra um ilustrador que desenha exatamente o que ele precisa melhorar.<br />
Não há nada errado em COPIAR o traço, estilo ou as soluções de outro ilustrador, contanto que isso esteja DENTRO DE UM CONTEXTO DE TREINO E APRENDIZADO &#8211; em sketchbooks, cadernos de rascunhos, mas nunca em um trabalho pago. Vários ilustradores, incluindo eu, concordam que o fato de copiar um estilo junto com a autocrítica e a prática constante vai transformar esse estilo, em um primeiro momento inseguro, mas estimulado por estar no caminho certo, em seu estilo próprio. Ou seja, quando praticado constantemente, esse traço irá se transformar em outro, o seu traço. É nessa hora que esse traço, essa solução pode ver a luz do dia. E agora esse sujeito, que no começo copiava olhos e expressões faciais de outro ilustrador, tem seu estilo próprio que partiu de outro mentor. E quando ele se cansar desse tipo de desenho, ele novamente irá procurar por outra referência, outra busca criativa que lhe irá satisfazer, ao mesmo tempo que seu desenho mais maduro pode estimular outro ilustrador em começo de carreira em fazer o mesmo, completando o círculo da vida da ilustração.</p>
<p>Sobre o plágio:<br />
Primeiro com diálogo em primeira pessoa, e se não funcionar, em terceira pessoa do jurídico.<br />
Não discutirei aqui sobre o plagiador comercial, aquele que não ilustra, mas aquela lojinha ou empresa que encontra sua imagem na internet e coloca em seu produto sem pedir permissão ou pagar por algo. Para isso é que existem advogados.<br />
A questão aqui deve ser concentrada no ilustrador ou artista que plagia conscientemente. Para este falta alguma coisa muito importante. Ou juízo ou caráter. Ou ambos.<br />
Quando um ilustrador simplesmente nega o principal fator que faz dele ser digno de ser chamado de ilustrador &#8211; e não estou falando só do traço, mas também da idéia, essa sim a assinatura mais contundente do profissional &#8211; e troca pela imagem, pela idéia e solução de outra pessoa mais talentosa do que ele, é um carimbo na testa de mediocridade e falta de caráter. Nenhuma carreira é construída sobre uma mentira.<br />
Porém, como o mundo não é perfeito, inclusive na questão do “aponte o dedo e enforquem o bandido”, acho que sempre devemos tomar muito cuidado antes de jogar lama e fezes no acusado, até porque certas palavras e reputações não dão marcha ré.<br />
Criptoaminésia é uma pegadinha que o cérebro faz de vez em quando. Qualquer um, inclusive ilustradores, pode passar por isso. Quando você vê uma referência, uma ilustração, uma charge, qualquer coisa, e um dia você reproduz a mesma idéia e simplesmente esquece que a viu um dia, achando que foi você o criador. Acusá-lo de plágio é correto, mas não é justo. Ou seria justo, mas não correto? De qualquer forma, é por isso que eu disse que, não importa qual a situação, primeiro o diálogo, e se não funcionar, jurídico.<br />
<strong>Hiro Kawahara, ilustrador &#8211; <a href="http://blog.hiro.art.br/" target="_blank">/blog.hiro.art.br</a></strong></p>
<h1>05.</h1>
<p><a rel="attachment wp-att-6154" href="http://www.massacultural.com/2010/07/07/7x1-como-voce-lida-com-referencias-e-qual-sua-opiniao-sobre-os-casos-de-plagio/lya-final/"><img class="alignleft size-full wp-image-6154" title="lya final" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/lya-final.jpg" alt="" width="180" height="270" /></a>Sempre busquei referências. As boas referências te ajudam a crescer, fazem parte do trabalho e acho muito importante buscá-las. Ela enriquece tua memória visual e assim, quando fores projetar, ela aparece da forma como foi traduzida por ti. É a diferença básica para uma cópia, um plágio. Num caso desse, a idéia (da tua referência) é simplesmente transplantada para o teu trabalho, tem a identidade de quem a criou. Infelizmente dentro da área gráfica, nunca vi um caso de plágio ser resolvido de forma justa, algo que eu acredito que deveria acontecer. E sem a devida punição, há quem continue praticando.<br />
<strong>Lya Zumblick, designer &#8211; <a href="http://www.lyazumblick.com/" target="_blank">www.lyazumblick.com</a></strong></p>
<div style="clear:both;"></div>
<h1>06.</h1>
<p><a rel="attachment wp-att-6155" href="http://www.massacultural.com/2010/07/07/7x1-como-voce-lida-com-referencias-e-qual-sua-opiniao-sobre-os-casos-de-plagio/alarcao/"><img class="alignleft size-full wp-image-6155" title="Alarcão" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/Alarcão.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>&#8220;Uso referências visuais em meu trabalho como ilustrador com uma certa frequência. Se são fotos garimpadas no Google, por exemlo, procuro sempre descaracterizar o material de pesquisa, seja imprimindo nele meu traço pessoal ou distorções expressivas, seja combinando-o de forma híbrida com outras referências. Busco enfim distanciar-me do original tanto quanto possível.<br />
O uso de referências para criar desenhos pode às vezes ser um processo semelhante ao sampling na música, no qual apenas fragmentos da canção original (um riff,  uma batida&#8230;) evocam de maneira distante a matriz. É uma nova música, com alguns genes daquela primeira música no seu DNA.<br />
Plágio é diferente. É copiar integralmente ou em boa parte a obra ou a ideia de outro artista e assiná-la como sendo sua. Isso é eticamente condenável.<br />
Os casos de plágio dos quais soube recentemente envolveram usos comerciais de trabalhos alheios. Aconteceu com uma grande rede de lojas de roupas, que estava vendendo camisetas com estampas usadas sem autorização. Naquele caso específico , a culpa me pareceu ser dos fornecedores das roupas e não da rede de lojas em si. Achei inclusive que o pedido de indenização dos artistas foi um tanto desproporcional em relação ao dano causado, inclusive moral. Para ser sincero acredito que nem tenha sido plágio, mas &#8220;uso não-autorizado da imagem&#8221;.<br />
É importante conversar antes sempre, antes de partir para a via litigiosa. Mas se for este o caso, que seja com um advogado que compreenda as questões abordadas e não faça do caso o seu pote de ouro.<br />
<strong>Renato Alarcão, ilustrador e designer &#8211; <a href="http://www.renatoalarcao.com.br/" target="_blank">www.renatoalarcao.com.br</a></strong></p>
<h1>07.</h1>
<p><a rel="attachment wp-att-6156" href="http://www.massacultural.com/2010/07/07/7x1-como-voce-lida-com-referencias-e-qual-sua-opiniao-sobre-os-casos-de-plagio/renato-faccini/"><img class="alignleft size-full wp-image-6156" title="Renato Faccini" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/Renato-Faccini.jpg" alt="" width="200" height="214" /></a>A palavra referência está virando um termo maldito. Começou a ser usada a torto e a direito de qualquer maneira dentro do mercado. Na verdade, dizer que começou é um chute meu, porque eu não sei dizer há quanto tempo isso acontece, mas é como eu vejo agora. Mas claro, dá para dizer com uma certa segurança que o Google agravou a situação, se é que ela existia antes. As pessoas buscam desesperadamente por imagens antes de começar um trabalho, e nada é feito até que a pasta de referências esteja entupida. Às vezes dias são gastos com essa pesquisa, e nesse meio tempo acontece muito do designer, ilustrador ou publicitário que seja se perder em um vórtex de onde ele sofre pra sair. Ele passa do ponto da pesquisa e entra na fase do acúmulo de informações inúteis ou, pior ainda, na fase de ser tão influenciado que começa a criar cópias. Ou ainda, tão absurdamente pior que definha minha alma, copia de propósito. E o mais absurdo desse caso é que a coisa tem um efeito inverso! Uma das razões de se fazer uma pesquisa é conhecer o que já existe para evitar cópias, certo?<br />
A maneira correta de se lidar com as referências é usá-las para construir um perfil do trabalho. Mas mesmo assim eu recebo pedidos de &#8220;seguir fielmente a referência&#8221;, que acabam significando exatamente &#8220;copie&#8221;. Então, sempre que eu vou fazer as minhas pesquisas, tomo o cuidado de parar quando percebo que a quantidade de informação está no limite.<br />
Isso é fácil de medir pelo bom senso.<br />
Fazer a pesquisa é ótimo e essencial, não deixe nunca de fazer! Mas por favor, cópia é uma coisa e referência é outra.<br />
E se você receber um pedido de cópia, negue. Não faz bem para o trabalho, nem para o mercado, nem para o seu coração.<br />
<strong>Renato Faccini, ilustrador e designer  &#8211; <a href="http://www.estabelecimento.com.br/" target="_blank">www.estabelecimento.com.br</a></strong></p>
<p><strong>É isso pessoal, agora é com vocês! O espaço dos comentários está aberto para sua contribuição. Como você responderia a pergunta desse 7&#215;1?</strong></p>
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		<title>Wallpapar Massa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 11:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ConvidadoMassa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Wallpapers]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[LeitorMassa]]></category>
		<category><![CDATA[massa]]></category>
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		<description><![CDATA[Pra quem não lembra a Pry é a nossa LeitoraMassa que mais contribui com sugestões de post.   Hoje ela tá aqui como Convidada botando a massa pensante pra funcionar e dando pra gente esse wallpaper deliciosamente gostoso como algodão doce!
Yeah \o/
Palavras da dona Pry:
&#8220;Quando a Carla me pediu pra criar o wallpaper, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra quem não lembra a Pry é a nossa LeitoraMassa que mais contribui com sugestões de post. <img src='http://www.massacultural.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Hoje ela tá aqui como Convidada botando a massa pensante pra funcionar e dando pra gente esse wallpaper deliciosamente gostoso como algodão doce!<br />
Yeah \o/<br />
Palavras da dona Pry:</p>
<p>&#8220;Quando a Carla me pediu pra criar o wallpaper, a primeira coisa que eu queria era achar uma inspiração bacana.<br />
Algo que fizesse o trabalho vir na cabeça com aquela vontade de fazer logo, pra não esquecer<br />
Peguei então livros que eu tenho com contos de fadas e fábulas antigas e achei um versinho numa edição especial do Ursinho Pooh, do A. A. Milne que dizia assim:<br />
<strong>&#8220;How sweet to be a Cloud<br />
Floating in the Blue!<br />
It makes him very proud<br />
To be a little cloud.&#8221;</strong><br />
E foi isso. Logo imaginei uma nuvem bem branquinha, num ceu de colagens azuis.<br />
Espero que goste, pois me identifiquei bastante e me diverti muito fazendo! <img src='http://www.massacultural.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Brigada pelo convite e um beijo a todos!.&#8221;<br />
<strong>Pry</strong><br />
<a href="http://twitter.com/pryfalk" target="_blank">@pryfalk</a></p>
<p><span style="color: #888888;">______________________________________________________________________</span></p>
<p><a href="http://www.massacultural.com/2010/07/06/wallpapar-massa-2/wallpaper1680x1050/" rel="attachment wp-att-6130"><img src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/wallpaper1680x1050-560x350.jpg" alt="" title="wallpaper1680x1050" width="560" height="350" class="alignnone size-large wp-image-6130" /></a></p>
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