Terça, a pessoa que aqui vos digita, foi visitar a exposição CORPOS. E antes de contar sobre a exposição, vamos começar com a foto que registra a presença do Massa quando ele passa, a nossa foto-presença padrão:
Não não era aula de biologia não… Era a exposição CORPOS. Sim, dê uma googleada rápida que você vai saber que uma exposição parecida já passou pelo Brasil em 2007. Agora, “she is back, baby!” com algumas mudanças, na real duas são as principais diferenças em relação à “Corpo Humano – Real e Fascinante”, anteriormente apresentada no Brasil.
A primeira é que os visitantes verão os corpos expostos em poses que demonstram o movimento, simulando a atividade física, demonstram como o corpo funciona de dentro para fora.
A outra mudança diz respeito ao avanço do processo de dissecação. As técnicas de dissecação e preservação desenvolvidas pela equipe do diretor médico da mostra, Dr. Roy Glover estão mais avançadas, o que confere maior realismo às peças. Sabendo do maior realismo, não tenha a mesma idéia “genial” que a pessoa aqui teve: Não jante um big tasty 15 minutos antes de ir ver a exposição. Sério, tem partes do nosso corpo humano que me causaram repulsa, e pra piorar eu lembrava do big tasty dentro de mim.
A exposição é dividida em nove setores para representar cada sistema do organismo humano, e eu fiquei fascinada pelas partes que mostram o sistema circulatório. Sério é lindo de se ver!!!!! E eu até esqueci meu big tasty nessa hora…
Se você ainda não se convenceu com o meu relato que vale a pena dar uma passada na exposição, Vou usar o poder argumentativo do Dr. Roy Glover:
Eu me cansei só de olhar… e fiquei imaginando tudo desabando igual a dominó. rsrsr Peter Root, o artista desta obra, me causa admiração por tamanha paciência! Sim, ele precisou 40 horas para poder dispor 100 mil grampos dispostos meticulosamente para construir com eles uma cidade! Delicado, frágil e expressivo! Eu no lugar dele teria feito isso com lego, mais seguro, assisti o vídeo de 3 minutos (no fim do post) e fiquei com a sensação que tudo pudesse desabar a qualquer momento, assim como o crescimento desenfreado das nossas cidades? Será que nossas cidades conseguiram se sustentar? Fica a reflexão e o belíssimo trabalho do Peter, aliás recomendo visitar o portfolio dele também, tem excelentes trabalhos
Pegaram o babador? Não? Então, o conselho é peguem e aí sim voltem para ler o post…
O jovem e talentoso estudante de arte na Universiddade de Tokio Wataru Itou criou a instalação aí de baixo. Consiste basicamente numa maravilhosa construção toda feita de papel (sim, é isso mesmo!), além de uma rede elétrica que além da iluminação faz o trem se mover! O nosso amigo japônes levou quatro anos para finalizar sua produção que foi exposta em Tokio com o nome “Um castelo no oceano”.
Agora é a hora de babar…. Hey Ho let’s go!
LeitoraMassa: @TayaneM
Mais uma ótima dica da Tayane! Aquele abraço “massozo”.
Fiquei cansada só de pensar no trabalhão que deu pra fazer esse Arco-íris!
O objetivo da Basheer Graphic Books com essa instalação era promover o Guia de cores da Pantone para os estudantes de arte e convence-lôs de que as cores da marca são extremamente realista.
Wanda Kamarga, diretora de arte e responsável pelo feito, conta que pra chamar a atenção, como vocês podem ver, eles re-criaram um arco-íris no meio do parque da universidade de 8 metros de comprimento por 4,5 metros de altura, formado por 5000 quadradinhos da famosa escala, perfeitamente sincronizados mostrando que a PANTONE tem cores quase “reais”!
Leitor Muito Massa é um post esporádico que traz a sugestão de um leitor muito simpático que decidiu, por livre e espontânea vontade, socializar seus conhecimentos. Como achamos isso pra lá de bom, o leitor do Massa ganhou um espaço só pra ele! Para participar, dê sua sugestão pelo twitter Massa (@massacultural), pelo e-mail contato@massacultural.com ou comentando outros posts. E viva a colaboração! o/
A convite do Arquiteto Fabrício Forganes e inspirado nas intervenções de Banksy, o publicitário e designer Felipe Prieto levou para dentro do restaurante argentino CHE! da 15º Santos Arquideco a ideia e o conceito da street art, e tudo o que ela possa representar para a sociedade. O desafio era pensar em algo fora dos padrões de decoração e arquitetura desses tipos de mostras. Assim, o underground logo foi colocado em foco. “A ideia era levar para dentro do espaço o caos visual que encontramos nos grandes centros urbanos, e contrastar com a ostentação dos outros elementos usados pelo arquiteto”, explica Prieto, que faz referência a um dos detalhes do espaço: um lustre de cristal no valor de 15 mil reais.
Confira algumas imagens do trabalho produzido pelo Filipe: