Com os softwares gráficos, tudo ficou mais fácil. O que antes era demorado – falamos aqui em ilustração e tratamento de imagem – hoje é relativamente rápido, prático e suscetível a ajustes. Mas sinceramente admiro e invejo quem volta para o “analógico” e faz as imagens na “raça” assim como o anúncio da Havaianas que postamos aqui no Massa.
O Pixelgarten é um bureau de criação sediado em Frankfurt fundado por Catrin Altenbrandt e Niessler Adrian que atende clientes em diversas áreas do design, incluindo Ilustração, Moda, Identidade Corporativa e Design Editorial. O que eles fazem? Não vou florear mais, olha aê:


Vale a pena ver mais trabalhos, no site .
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O designer gráfico Brock Davis é diretor de criação da agência Carmichael Lynch. Mas, como toda pessoa que sabe organizar seu tempo, dedica-se muito a trabalhos autorais. E que trabalhos. Humor ou crítica são uma constante em suas criações.


Curtiu? Tem mais, muuuuuuiiito mais do que nós, reles mortais, possamos imaginar no site.
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Por um extremo acaso, conheci o trabalho de Bruno Fernandes pelo Flickr, e, há tempos não via fotos institucionais tão boas. Personalidades sisudas do meio empresarial num flash ficam tão amáveis e acessíveis que assusta. Cantores têm sua alma exposta e os ângulos mais inimagináveis – e oportunos – são capturados. Não só as imagens institucionais, mas os momentos do cotidiano. Vale a pena viajar em cada página de seu Flickr ou site.
Mais trabalhos no www.bfernandes.com


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Achei mórbido, mas não tinha como não achar…
Joseph Paul Jernigan (31 de janeiro de 1954 – 05 de agosto de 1993) foi um assassino do Texas que foi executado por injeção letal em 12:31.
Em 1981, Jernigan foi condenado à morte por ter esfaqueado o senhor Edward Hale, que descobriu que o Jernigan tinha roubado. Jernigan passou 12 anos na prisão antes de seu apelo final de clemência ter sido negado. Seu cadáver foi seccionado e fotogrado para o Visible Human Project da Universidade de Saúde do Centro de Ciências da Colorado.
Visible Human Project
O Projeto Visible Human é um esforço para criar um conjunto de dados detalhados em fotografias transversais do corpo humano, a fim de facilitar aplicações de visualização de anatomia. O cadáver do Jernigan foi guardado e congelado em uma mistura de gelatina e água a fim de estabilizar a amostra para o corte. Depois foi cortado no plano axial em intervalos de 1 milímetro. Cada um dos 1.871 cortes foram fotografados em analógico e digital, rendendo mais de 65 gigabytes de dados.
Preocupações
A pedido de um capelão da prisão Jernigan tinha concordado em doar seu corpo para pesquisa científica ou uso médico, sem saber sobre o Visible Human Project. Algumas pessoas têm manifestado preocupações éticas sobre isso. Uma das declarações mais notáveis vieram da Universidade de Viena, que exigiu que as imagens sejam retiradas, justificando que a profissão médica não deve ter nenhuma associação com as execuções, e que o consentimento informado do doador poderia ser examinado.
Disse tudo isso para poder introduzir a série fotográfica do Croix Gagnon & Frank Schott.
Eles criaram o fantasma do Jernigan com os dados do Visible Human Project.
Basicamente eles animaram a sequencia de imagens, colocaram em tela cheia num computador e fotografaram em um ambiente escuro.
As imagens resultantes são de longa exposição “pintando com luz” o cadáver inteiro. Variações no movimento do computador durante cada exposição criaram diferenças na forma do corpo ao longo da série.
Veja o vídeo e a foto abaixo pra entender o processo:

Mórbido não?
Agora a série fotográfica:







Mais aqui: www.project1231.com
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Já imaginou a Barbie sendo violentada por um marido bêbado? Ou tendo uma DR com o Ken? Ou ainda dando uma de Rainda de Copas e sair por aí cortando cabeças? A fotógrafa Mariel Clayton não só imaginou como produziu estas imagens. E para ela, de maravilhoso esse mundo não tem é nada.
Mariel criou um séria de fotos bastante extensa sobre um outro mundo da Barbie visto por ela. Nas fotografias, a boneca aparece em diversas situações como de sexo, violência doméstica, assassinato, suicídio, escravidão, e tantas outras.
A fotógrafa diz que odeia Barbie, e tudo surgiu daí, como forma de crítica (junto com tantas outras) ao estereótipo de mulher que insiste em se manter na sociedade. Mariel deu uma entrevista, que pode ser lida aqui (em inglês), sobre todo seu processo criativo e também sobre o que permeia este trabalho das Barbies. Vale a pena conferir.







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