Dia 26 de junho, às 15h30, inaugura no Centro Cultural São Paulo a exposição da 4ª Bienal de Tipografia Latino Americana. A mostra, que ficará em cartaz até 29 de agosto, tem como um dos seus destaques, a família Monarcha, de autoria do gaúcho Isac Correa Rodrigues, e também conta com mais sete trabalhos de brasileiros, são eles:
FS Jack (Fernando Mello – BR e Jason Smith – UK), Arauto (Fernando Caro), Vocês (Ana Paula de Bragança Megda – BR e Pablo Ugerman – AR), Petra (Fernando Caro), Boneca de Pano PR (Pedrina Reis), Adriane Lux (Marconi Gomes Lima) e Force (Ricardo Esteves Gomes).
Em São Paulo, além da exposição, teremos palestras e workshops com designers brasileiros e os convidados internacionais.
Joelson Bugila, nosso entrevistado de hoje, já participou de um 7×1 aqui do massa também.
Hoje, o nosso papo é sobre seu mais recente trabalho artístico: I LOVE TRAVEL. Uma exposição que remete a lugares visitados ou imaginados… Aproveite a viagem, e depois visiteo flickr dele para conhecer todo o trabalho desse artista. Boa viagem!
Massa – Desde quando você pinta? Como você se envolveu com a ilustração e a pintura? Joelson – Pinto desde minha fase teen. Tirava sempre nota 10 em educação artística e catava muito lixo pela rua (coisas legais que minha mãe jogava fora depois), quando percebi que conseguia desenvolver personagens, fui aprimorando cada vez mais, sem idéia de se tornar um artista, e isso foi crescendo na medida que ía avançando na minha carreira como Diretor de Arte e Designer, somando com as artes plásticas. Isso se tornou em uma grandeza que já estava muito mergulhado no mundo da ilustração e da pintura, ambas caminham comigo e nos meus trabalhos.
Massa – Como surgiu a idéia da exposição “I LOVE TRAVEL”? Joelson – A exposição I Love Travel veio de um convite do Marketing da STB Porto Alegre, (uma agência de intercâmbio), onde costumam realizar exposições relacionado a viagens/intercâmbios, principalmente fotografias. Este convite foi desafiador, pois tive que criar uma temática específica. Surgiu o I love Travel, onde personagens se mergulham em ícones de pontos turísticos mundiais.
Ela se resume no desejo de viajar, de lembranças de viagens, por mim realizado e pelo espectador presente.
Massa – É sua primeira exposição? Apreensivo, ansioso ou confiante? Joelson – Hoje trago em meu currículo artístico 12 exposições, 3 coletivas e 9 individuais. Como todo artista, o início é tímido, depois vem as conquistas maiores, maiores desafios, e maiores responsabilidades.
Massa – Ouvi dizer que houve algumas surpresas na abertura da exposição? Que surpresas foram essas? Sabe como é né…curiosidade mata! Joelson – Junto com 2 painéis e as 9 pinturas, realizei uma instalação de barcos de papel, que era o grande reforço conceitual da exposição. O barco simbolizava o meio de transporte para viagem daquele espaço. Onde convidava cada espectador a dar um destino para o barco escolhido da instalação e levar a uma piscina que havia no local.
Massa – De onde você tira inspiração? E quem são suas referências? Joelson – Vem de muitas refências conquistadas diariamente. O cotidiano urbano é minha grande inspiração.
Curto muito meus links do READER, mergulho quando posso nas refências artísticas mundiais, além do design, moda, arquitetura e sociologia. Minhas referências nas artes são muitas, dos desconhecidos aos famosos. Lá vai alguns nomes, é só jogar no google: Bansk, Highraff, Zezão, Os Gêmeos, Marina Abramovic, Tutti Freak, Karim Rashid, Viti, Gary Baseman, Stephan Soitschinoff, Paulo Govêa, Luciano Martins, Jon Burgerman, Andy Warhol e Nelson Leirner
Massa – A última, agora é hora de soltar o grito, agradecer, mandar beijo p/ a caravana, reclamar da entrevistadora… Suba no palanque e manda vê! Joelson – Soltar o Grito:
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Hoje estou de bom humor.
Paz e bem a todos.
Massa – Rssrsrsrsrs
Pra que quiser conferir a exposição I LOVE TRAVEL por Joelson Bugila ela fica até o dia 30 de junho, de Segunda a Sexta das 9h às 18hno Espaço STB Brasas – Rua Anita Garibald 1515 – Porto Alegre
Terça, a pessoa que aqui vos digita, foi visitar a exposição CORPOS. E antes de contar sobre a exposição, vamos começar com a foto que registra a presença do Massa quando ele passa, a nossa foto-presença padrão:
Não não era aula de biologia não… Era a exposição CORPOS. Sim, dê uma googleada rápida que você vai saber que uma exposição parecida já passou pelo Brasil em 2007. Agora, “she is back, baby!” com algumas mudanças, na real duas são as principais diferenças em relação à “Corpo Humano – Real e Fascinante”, anteriormente apresentada no Brasil.
A primeira é que os visitantes verão os corpos expostos em poses que demonstram o movimento, simulando a atividade física, demonstram como o corpo funciona de dentro para fora.
A outra mudança diz respeito ao avanço do processo de dissecação. As técnicas de dissecação e preservação desenvolvidas pela equipe do diretor médico da mostra, Dr. Roy Glover estão mais avançadas, o que confere maior realismo às peças. Sabendo do maior realismo, não tenha a mesma idéia “genial” que a pessoa aqui teve: Não jante um big tasty 15 minutos antes de ir ver a exposição. Sério, tem partes do nosso corpo humano que me causaram repulsa, e pra piorar eu lembrava do big tasty dentro de mim.
A exposição é dividida em nove setores para representar cada sistema do organismo humano, e eu fiquei fascinada pelas partes que mostram o sistema circulatório. Sério é lindo de se ver!!!!! E eu até esqueci meu big tasty nessa hora…
Se você ainda não se convenceu com o meu relato que vale a pena dar uma passada na exposição, Vou usar o poder argumentativo do Dr. Roy Glover:
Eu me cansei só de olhar… e fiquei imaginando tudo desabando igual a dominó. rsrsr Peter Root, o artista desta obra, me causa admiração por tamanha paciência! Sim, ele precisou 40 horas para poder dispor 100 mil grampos dispostos meticulosamente para construir com eles uma cidade! Delicado, frágil e expressivo! Eu no lugar dele teria feito isso com lego, mais seguro, assisti o vídeo de 3 minutos (no fim do post) e fiquei com a sensação que tudo pudesse desabar a qualquer momento, assim como o crescimento desenfreado das nossas cidades? Será que nossas cidades conseguiram se sustentar? Fica a reflexão e o belíssimo trabalho do Peter, aliás recomendo visitar o portfolio dele também, tem excelentes trabalhos
Essa é para quem for dar um pulo por Sampa nos próximos dias, digo isso pois a maioria das das recomendações acabam todas no fim de abril.
A Veja São Paulo fez uma apanhado de acontecimentos relacionados a “Alice no país das maravilhas“, segundo o próprio site:
“De carona com a estreia do filme de Tim Burton, que será no dia 21 de abril, quem gosta da obra de Lewis Carroll poderá aproveitar exposições, oficina, uma festa Alicenógena e muito mais.”
A lista completa pra quem estiver em SP e quiser adentrar nesse mundo maravilhoso da nossa amiga Alice está aqui.