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História do Design Gráfico

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Um projeto de graduação se tornou um objeto de desejo de muitos designers atualmente. Doug Leonardo fez um mapeamento em formato de infografia contando toda História do Design Gráfico mundial. Sua pesquisa e criação se deu graças a referência super bem escrita do livro de Philip Meggs, História do Design Gráfico, lançado aqui no Brasil pela editora Cosac Naify. O projeto foi realizado no ano passado (2010) e está disponível para visualização e download em seu site. O mais legal é que você baixa o arquivo com qualidade de impressão. O que acha de ter a história do Design na parede da sua casa? Confira algumas partes e visite o site do Doug para aproveitar esse grande presente histórico/visual. Muito Massa.


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Portfolio Massa – Jônatas de Lima Silva

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Nome: Jônatas de Lima Silva
Idade: 24 anos
Profissão: Web Designer
Cidade: Belo Horizonte – MG

Quem sou eu?
Criativo e idealizador, seja em equipe ou trabalho individual. Atualizado em várias áreas, de mente aberta e com muita disposição para aprender… Inovo sempre!

Por gosto de fazer o que eu faço?
Pela liberdade de me expressar e criar nesse mundo chamado “web”, onde cada dia tudo se renova.

Veja mais em www.jonataslima.com

PortfolioMassa é um espaço reservado aos jovens leitores designers, fotógrafos, publicitários, ilustradores ou artistas que queiram divulgar seu trabalho. Saia do estúdio e dê sua “cara a tapa” aos elogios e criticas! Clique AQUI e saiba como participar.


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Mapas tipográficos e muito mais

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Esse post surgiu de um twitt do mestre @radfahrer
É um site que mostra diversos tipos de Mapas e layouts diferentes. Mas o que mais achamos especial foram os mapas tipográficos. Confira!

medications without a prescription class=”aligncenter size-full wp-image-7978″ title=”Boston 1b” src=”http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/02/Boston-1b.jpeg” alt=”" width=”511″ height=”338″ />acomplia on obesity size-full wp-image-7979″ title=”Chicago 1a” src=”http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/02/Chicago-1a.jpeg” alt=”" width=”511″ height=”338″ />

Também vale a pena ver os outros modelos, que possuem formas muito Massa! Confira mais no site Axis Maps.


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Artigo Massa: Dias de paz, amor, música e design

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Com a popularização do rock’n’roll em meados da década de 1960 os pôsteres de divulgação dos shows começaram a ganhar espaço não só nos muros, mas também em paredes e galerias de arte. Nesse período não só o rock, mas também a sociedade como um todo, passariam por intensas mudanças que afetariam não só a música e a pessoas, mas também o design. Os shows de rock psicodélico, característicos do final dos anos 1960, inspirariam um estilo de design particularmente provocador.

A simplicidade dos primeiros pôsteres de shows de rock. The Elvis Presley Show, Hatch Show Print, 1956.

Para entender os fatores que explicam surgimento do movimento e do estilo psicodélico é preciso uma olhada mais atenta ao que acontecia com o mundo e com o design gráfico em meados dos anos 1960.
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O mundo na década de 1960

A geração que chegou a vida adulta em meados da década de 1960 cresceu em uma rotina de privações e violência, resquícios da II Guerra Mundial e da eterna tensão da Guerra Fria. Como resposta a esses sentimentos começaram a tomar volume os protestos em favor dos direitos civis, contra a Guerra do Vietnã e avançaram dos movimentos de liberação das mulheres.

Esses movimentos surgiram como reflexo da sensação de desencanto da juventude da classe média americana quanto as alternativas políticas tradicionais, independentes de serem o liberalismo de mercado dos EUA ou o socialismo da URSS e também da insatisfação com os valores morais extremamente conservadores.

É dentro desse contexto de repulsa e ironia contra a “american way of life” que começa a se desenvolver uma cultura própria da juventude, expressa principalmente pela música, que começava a ter um papel importante de integração de pequenos grupos.

Um dos primeiros movimentos dessa nova forma de expressão foi chamado de contracultura. Os beatniks, como eram conhecidos os participantes do movimento, desafiavam a “velha ordem” escrevendo poesia, ouvindo jazz e música folk e “expandindo a consciência” através de drogas psicoativas. Foram os beatniks que começaram a chamar os parceiros da contracultura dos anos de 1960 de “hip”, uma gíria americana que significa “bacana, antenado”, daí viria o termo “hippie” que denominaria um dos movimentos de contracultura mais conhecidos até hoje.

O design na década de 1960

O design na década de 1960, sobretudo na Europa, era caracterizado por um cultivo à ordem e ao racionalismo, ainda reflexos da Bauhaus. Clareza e ordem eram as palavras-chaves, expressão pessoal e soluções excêntricas eram rejeitas durante esse período que ficou conhecido como alto modernismo, ou o Estilo Internacional.

A reação, intuitiva, da nova geração de designers aos excessos racionalistas foi uma maneira mais imaginativa, mais lúdica de tratar a forma, que viria a ser conhecida como pós-modernismo. Se antes a forma seguia a função, agora a forma seguia a fantasia. A geometria passa a ser usada de forma mais livre e descontraída, pouco ou completamente despreocupada com a clareza e a legibilidade.

Todas as cores irreverentes, formas lúdicas e subjetivas do pós-modernismo iriam se encaixar perfeitamente com a necessidade de expressão gráfica da contracultura, mas principalmente do movimento hippie e sua estética. Design assume seu papel de tradutor da sociedade na qual está inserido e começa a ter um papel bastante significativo, pois coube ao artista gráfico materializar visualmente o pensamento dessa geração.

A explosão de cores e formas que viria com o movimento psicodélico. Quicksilver Messenger Service, Victor Moscoso, 1967.

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Rafael Hoffmann Maurilio – 28 anos, publicitário de formação, professor no curso de técnico em Comunicação Visual da EDUTEC e no curso de graduação em Design Gráfico da Faculdade SATC.

acomplia canadian pharmacies target=”_blank”>www.flickr.com/rafael_hoffmann
twitter.com/agaeme
comunicandodesign.wordpress.com

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Artigo Massa é um post esporádico onde convidados têm espaço para publicar um artigo, sobre qualquer tema, que tenha a ver com o jeitinho Massa Cultural de ser. O objetivo é mostrar o quanto tem gente com conteúdo massa por aí. E claro, criar uma bela discusão e troca de ideias com os Leitores Massa.



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Dois anos de Massa Cultural!

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Viva! Hoje levaremos dois petelecos na orelha. O Massa está completando seu segundo aniversário cheio de sustância criativa. Mais de 700 posts, praticamente um por dia. São mais de 300 visitas por dia, uma média de 10mil mês! Devemos esse sucesso do site a você. Que nos lê, opina, manda sugestão de pauta, link, ideias, colabora. Obrigado e parabéns, acomplia dosage pois o Massa é seu também.

Nesse post comemorativo, teremos algumas coisas interessantes e diferentes. A começar por uma mini entrevista com a equipe do Massa: Carla, Diego e Geovana. Costumamos entrevistar personalidades culturais, sempre trabalhando do outro lado da cortina, ou melhor, do computador, mas hoje resolvemos falar um pouquinho da gente. Cada um de nós respondendo a duas perguntas (feitas um pelo outro) e que você confere abaixo:

CARLA

Diego Pergunta: Você gosta muito de séries de tv, adora design, cinema, fotografia. Mas uma coisa que não abordamos no MassaCultural é a literatura. Conte pra gente o que você gosta de ler? Qual seu autor preferido, seus livro de cabeceira, seu personagem. E se você jé pensou em escrever algo.

Carla: Gente que pergunta difícil, Diego!!!! Como diria o Jack stripador, vamos por partes:
Quando eu era mais nova eu escrevia mais, quer dizer, se for olhar hoje em dia eu escrevo bem mais (sei que parece confuso o que eu tô falando, mas fará sentido…). É que o mestrado me obriga a escrever, mesmo quando eu não quero… Quando eu era mais nova eu escrevia mais poesia, falava mais livremente e sem precisar citar a fonte :P

Já sobre autores de livro, eu tenho um séria falha mental e esqueço o nome de todos os autores, e por isso sempre acabou passando vergonha no mestrado quando quero comentar algum autor e só lembro a idéia dele, mas o nome nunca vem… E acho que não tenho nenhum autor preferido não…

Agora livros de cabeceira, no momento, é o Pasquim (Antologia Volume I e II), meu chefe me deu de amigo secreto e tem me divertido muito. Belos textos irônicos e inteligentes!
Além claro, de todos os livros do mestrado que eu ando lendo sempre, um que me acompanha direto nessa estrada chamada mestrado é Comunicação e Pesquisa da Lúcia Santaella.

Geovana pergunta: Nossa correspondente em SP, que reloginho de 27 horas por dia que você usa para equilibrar o Massa, o AGenteViu, o ColorOfLove, o trabalho, o mestrado, o todo o resto? (desde que te conheço que quero descobrir isso rsrs)

Carla: HAHAHAHAHAHAHAHA
Eu uso um vira-tempo igual o da Hermione (do Harry Potter). Serve como resposta? Rsrsrsrs, bem que eu podia ter um né…
Falando sério, acho que eu tenho algum problema mental, quero sempre fazer tudo ao mesmo tempo agora (mesmo tendo certeza que é meio impossível). Depois que eu assumo alguma coisa, meio que vira uma obsessão e eu não consigo simplesmente desistir, aí a regra é clara Arnaldo:
acumulo de tarefas = aumento das olheiras
Acho que a obsessão é um bom termo pra definir toda essa maluquice! :P


DIEGO

Geovana Pergunta: Você que é o professor do trio, acontece de migrar um assunto do Massa para a sala de aula? A periodicidade com o blog ajuda na profissão?

Diego: Acontece sim. Dependendo o caso, uma aula se utiliza de vários exemplos do Massa. Falo pouco do site em sala, busco mostrar os exemplos em si e fazer os links com os temas. Principalmente os que envolvem design gráfico e de embalagem. Mas acho que posso me dar ao luxo de passar o site pra gurizada hehehe. O mais legal é se juntar com mais duas pessoas super competentes como a Geovana e a Carla. Pois temos muitos links de referências e um completa o outro. Assim sempre temos coisas legais no blog e que eu posso utilizar de fonte de inspiração e abordagens para minhas aulas.

Carla Pergunta: Pensando nesses dois anos de Massa, como você vê todo esse processo? De criar um blog, de manter, de divulgar, de fazer reuniões virtuais, do feedback dos leitores, etc.?

Diego: Foi tudo muito rápido, passou muito rápido. Me lembro da nossa primeira reunião no sítio da Carla para discutir um assunto secreto* e surgiu a ideia do site. Depois, das analogias do nome, envolvendo cultura, massa, cultura de massa e PLIM! Massa Cultural. Depois a criação do layout do site, do logo, das cores. Nossos primeiros posts e em menos de um ano, nosso primeiro prêmio,  o TopBLog. Essa experiência tem sido muito gratificante. Pesquisar referências legais, abrir possibilidade de contato com profissionais super renomados é fantástica. Meu networking cresceu muito. Minha visão no mundo do design, ilustração e fotografia precisaram se aguçar para garimpar coisas muito Massa para nosso blog.  Nossos leitores são nosso termômetro. Adoro receber críticas construtivas, elogios, links. Nossos leitores são verdadeiros colaboradores. E pra fechar, como respondi na pergunta anterior, contar com uma equipe legal faz com que o site não desgaste, apenas se renove. Um dá suporte ao outro. Isso é muito Massa!

*Ficou curioso? O assunto continua secreto.


overseas online pharmacy class=”alignleft size-full wp-image-7917″ title=”geovana” src=”http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/01/geovana.jpg” alt=”" width=”151″ height=”151″ />GEOVANA

Diego Pergunta: Gê, seus dias são muitos atarefados por conta de um trabalho  muito Massa que são seus PaperToys, certo? Conta pra  gente um pouco do seu processo, e o quanto isso gerou  referências legais pro próprio Massa Cultural.

Geovana: Eles funcionam como caricaturas, com a diferença de que as ilustrações viram uma peça tridimensional no fim do trabalho. Quando caí no universo do Toy Art, topei o dedão com uma galáxia inteira de referências. Algumas já viraram posts no Massa, outras estão a caminho. Um acontecimento legal entre o PaperToyArt e o MassaCultural é que muitas pessoas que pediram  toys retornam perguntando: O que é MassaCultural?- ahhh filho, acessa e te esbalda! Muitos já se “esbaldaram” rsrs

Carla Pergunta: Você que ilustra todos os nossos posts e afins, explica aí, #comofaz? Conta o seu processo de ilustrar pra gente.

Geovana: A regra é não ter muita regra. Como sofro do mal de falta de estilo próprio, uso dos freelas do Massa para treitar alguns. Já foi ilustra vetorial, vetorial com tratamento, rabisco a mão escaneado e  tratado. Tenho a felicidade de ter dois “chefes” muito tranquilos que deixam tudo quando o assunto é ilustração.  Só um apêndice, um dos 7×1 foi o Diego que ilustrou, aliás, tão bem que logo logo vou passar o cargo pra ele** rsrs

**Direito de resposta cedido ao Diego.
Diego: Como assim? Beleza, to dentro!

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Ai ai… coisa boa fazer aniversário! Salgadinho, fritura, cajuzinho, olho de sogra… opa, voltando,
o post não termina aqui. Temos mais uma surpresinha.

Um sorteio Massa!

Esse sorteio acontecerá pelo nosso Twitter. Fique de olho e saiba como participar:

Rettwite a frase que colocaremos hoje (02/02) em nosso twitter.

A frase é a seguinte: Eu sigo o @massacultural e quero ganhar o brinde Massa de dois anos:http://kingo.to/src

É muito importante que a frase esteja completa e o link esteja junto.

O Brinde Massa contém:

- Duas revistas Computer Arts: edição 33 e 34
- Uma revista Webdesign: Edição 121

Sortearemos nesta quinta-feira (dia 03/02) as 11h. Nos acompanhe e participe!

No mais, muito obrigado leitor, você é Massa d+!
Equipe Massa. =D


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