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Hoje o nosso bate-papo massa é com o Ariel Fajtlowicz que, mesmo com seu sobrenome gringo, é brasileiríssimo. Este paulista tem mais de 10 anos bagagem e atua como ilustrador e diretor de arte. Aliás, começou na direção de arte, mas foi pela ilustração que se apaixonou e é através dela que mostra seu talento. Possui trabalhos publicados em diversas editoras e sites nacionais, além de algumas revistas do Reino Unido, buy medicine online without prescription onde trabalhou em agências e estudou ilustração. Dada as introduções de praxe, segue a entrevista massa. Hey, ho let’s go!

Massa – Desde quando você desenha? Como você se envolveu com a ilustração? Seu estilo é bem marcado, Como você construiu ele?
Ariel – Eu desenhava desde criança, na verdade. Mas depois de um tempo eu acabei parando e deixando de lado, como a maioria das pessoas. Muito tempo depois fui estudar e trabalhar com design, e me envolvi de novo com ilustração. Como designer e diretor de arte eu achei que seria importante conhecer um pouco melhor sobre ilustração, e decidi fazer um curso na Quanta Academia de Artes, a partir daí voltei a desenhar, mas continuai trabalhando como designer. Fui me envolvendo cada vez mais, e em paralelo aos meus empregos em agências comecei a fazer uns trabalhos de ilustração, até que pouco tempo atrás resolvi me dedicar 100% a isso.
Quanto ao estilo, acredito que ainda estou experimentando bastante coisa, e ainda não cheguei no meu estilo próprio. Acho que tem muita relação com as minhas referências e com a minha personalidade.

Massa – cheap cialis brand name Quem são os ilustradores que você tem como referência? Por que eles?
Ariel – A lista é quase infinita, eu consumo muito desenho e ilustração, o dia todo, seja na internet, em livros, revistas, gibis, etc… Mas só para citar alguns poucos, os brasileiros: Weberson Santiago, Samuel Casal, Laerte, Kako e Hiro; e os gringos Paul Rogers, Alberto Cerriteño, Gary Baseman e Derek Yaniger. Todos os dias a lista aumenta, mas acabo preferindo artistas e ilustradores com estilo próprio.

Massa – Como surgiu a idéia do My Versions?
(Ah, pra quem não sabe o My Versions é um projeto pessoal onde o Ariel interpreta no formato de posters qualquer tipo de referência pop que de alguma forma influencia seu trabalho)
Ariel – Acho que é a vontade de produzir, mesmo quando não está rolando nenhum trabalho. Não é nada formal, nem comprometido, faço quando tenho tempo e vontade.

Massa – Enquanto montava sua entrevista, no meu processo de “google you”, encontrei um vídeo que você mostra o processo de construção de uma ilustração do esboço até a arte final? Tem como você falar um pouco do seu processo pra gente? Por exemplo, da onde vem suas idéias? como elas saem do mundo das idéias e se tornam esboços? No vídeo você desenha direto na tela, é sempre assim?
Ariel - Meu processo, geralmente é todo digital mesmo, desde o rascunho até a ilustração final, mas ultimamente eu tenho tentado fazer alguma coisa no papel primeiro, é um pouco menos prático, mas mais prazeroso. Sobre o processo e as idéias, aí depende do tipo de trabalho, se é uma ilustração editorial ou publicitária sempre tem o briefing para direcionar as idéias, no caso da ilustração editorial tem o texto. Mas se é alguma coisa mais livre, ou uma ilustração pessoal aí acontece um pouco diferente, eu começo a desenhar com uma idéia na cabeça, mas uma idéia bem crua, e durante o processo geralmente a ilustração sempre acaba tomando outro caminho de uma forma natural.

Massa – Você já atuou dentro de agências e também fora delas como freelancer? Tendo experiência dos dois lados da moeda, o que é positivo e negativo em cada um?
Ariel – Durante muito tempo trabalhei em agência, inclusive por um período trabalhei em uma agência na Inglaterra. Comecei como estagiário antes de entrar na faculdade, e até o ano passado era diretor de arte. As vantagens de se trabalhar dentro de uma agência é a garantia do salário no final do mês e a convivência com as pessoas. Como freelancer você trabalha muito isolado, sem muito contato com outras pessoas no dia-a-dia, e isso faz falta. Mas nada compensa mais do que trabalhar de forma livre, sem a burocracia de uma empresa grande.

Massa – Pra quem tá começando a se aventurar no mundo do design e da ilustração, que conselho-amigo você daria?
Ariel – Tem que gostar muito, muito mesmo, pq não é um caminho muito fácil para se firmar. Além disso, estudar muito, estar sempre de olho em referências, cursos, oficinas, etc… E no caso de ilustração, desenhar até sangrar…:) Mas o principal mesmo é realmente gostar do que você faz.

Massa – A última, agora é hora de soltar o grito, agradecer, mandar beijo p/ a caravana, reclamar da entrevistadora… Suba no palanque e manda vê!
Ariel – Só tenho a agradecer. Vocês do Massa Cultural estão sempre prestigiando meu trabalho e eu fico muito feliz com isso. No mais, quem quiser conhecer mais meu trabalho, bater um papo e trocar uma idéia é só me procurar: www.gloome.net / arifaj.wordpress.com / @arielfajtlowicz / arielfajtlowicz@gmail.com…. estou sempre a disposição…..:-)


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Penny em: Fofa

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Giovana tem 21 anos, é técnica em design e atualmente cursa faculdade de moda. Trabalha com criação de estampas numa equipe de estilo e nos intervalos coleta fotos de coelhinhos e rabisca aleatoriamente. Está na constante busca de um traço próprio, boas roupas pretas básicas e livros em promoção.Dentre os frutos da sua curta carreira, é de extrema importância mencionar que adquiriu uma coleção respeitável de cadernos inacabados, algumas pastas de imagens virtuais super cialis gigantescas e umas poucas e boas pedras sorridentes. É apaixonada pelo que faz, e apesar de reclamar, adora não ter tempo para nada e por isso aceito o convite de ser a mentora da Penny, para continuar drugs online without prescription lhe faltando tempo.

http://www.flickr.com/photos/giovana_milanezi/


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Carlos Meira

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Como os últimos meses foram meio atribulados na minha vida, só agora eu fiquei sabendo que o Carlos Meira colocou seu site novo no ar – foi em janeiro. Mas o que importa mesmo dessa história são os trabalhos deste ilutre senhor! Sim, suas ilustrações são espetaculares, pois envolvem esculturas de papel!!!! Totalmente Massa!
Um resuminho sobre ele roubado do seu blog:

“Carlos Meira atuou muito tempo como designer e diretor de arte em agências de propaganda. Nos últimos anos abraçou a ilustração e principalmente a escultura em papel. Realizou seis exposições individuais e ilustrou cinco livros. Alguns clientes atendidos: AMANCO DO BRASIL, BESC, COMPANHIA SUZANO DE PAPÉIS, COSTÃO DO SANTINHO, INTELBRAS, MALWEE, MARISOL, MITSUBISHI, NÍVEA, PARMALAT, PHILIPS, PORTOBELLO, REVISTA VEJA, SEBRAE, SESC-SC, SHOPPING ANÁLIA FRANCO.”

Agora, todo mundo de babados nas mãos, e vem comigo:







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Para ver mais entre no site do Carlos ou no seu blog!


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Marc Chagall no Masp

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A foto aí de baixo deixa bem claro onde é que eu fui parar esse final de semana né? Bom, esse é o conhecidíssimo prédio online cialis sales do Masp – Museu de Arte de São Paulo. Famoso pelo vão-livre de mais de 70 metros que se estende sob quatro enormes pilares, o edifício é considerado um importante exemplar da arquitetura brutalista brasileira e um dos mais populares ícones da capital paulista. Grandes exposições sempre aparecem por lá, e dessa vez o destaque fica pra exposição do Marc Chagall.

Pra quem não sabe Marc Chagall foi um pintor, ceramista e gravurista surrealista russo-francês. Foi um dos pioneiros da modernidade, participou das grandes transformações que ocorreram nas artes no início do século 20 e foi um dos artistas mais notáveis de seu tempo. Trabalhou intensamente para integrar seu mundo de fantasias na linguagem moderna, derivada do fauvismo e do cubismo seguindo um caminho próprio independente.

O “massa” é que este senhor inspirador está no Masp numa exposição chamada o “o mundo mágico de Marc Chagall”. A exposição apresenta um conjunto de 178 gravuras, com obras de 4 séries: Fábulas de La Fontaine, A bíblia e Dafne e Cloé, Ma vie e L’Auge II. Esse importante conjunto nos permite apreciar a sensibilidade e a poética de Marc Chagall em diferentes períodos de sua longa e produtiva vida.

Além disso, tem um espaço também chamado “cine Chagall” que mostra a última entrevista de Marc Chagall. Tem duração de 14 minutos e foi gravada em 1984.

“Só é meu o país que trago dentro da alma.” – Marc Chagall

A exposição faz juz ao nome, um mundo mágico. Nas quatro salas você não só vê as suas obras, mas se envolve com antibiotics buy online elas. É um jogo, não apenas sensorial, mas também emocional.  Nas obras se encontra o afeto pela natureza, o exótico, o onírico e o imaginário tudo ao mesmo tempo agora! É um prazer poder desfrutar de cada obra, cada detalhe (que são muitos) e ter naquela espaço experiências substantivas de arte.
Para o seu deleite, dei um googleada e consegui juntar algumas imagens das gravuras que lá estão. Fica o gostinho e convite para conhecer a exposição, que está quase no fim… então se quiser aparecer por lá, corra!





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Clio Chiang

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Ilustradora de Vancouver, Canadá, Clio gosta de desenhar, gosta de chá verde, de cozinhar, de assistir programas televisivos de culinária e de desenhar mais um pouco. Seus trabalhos são ótimos, incluindo art concept do Kung Fu Panda. A menina tem um portfolio de dar inveja. Confira cialis commercial aqui:

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