Antes cialis canadian pharmacy de ver o vídeo, para efeitos de conhecimento geral, saiba que o Blue Man Group é uma organização criativa (e bota criativa nisso!) que apresentam-se usando máscaras de tinta azul de látex e roupas pretas. (já passou no fantástico, agora ta nas ruas com a publicidade da TIM…)
Nas suas apresentações incorporam músicas com ênfase na percussão, pulverizam tintas e fazem sátiras sobre a vida moderna.
Dadas as apresentações, fica um gostinho “massa” do que deve ser apresentação ao vivo no vídeo aí de baixo, dá o play:
Leitor Muito Massa é um post esporádico que traz a sugestão de um leitor muito simpático que decidiu, por livre e espontânea vontade, socializar seus conhecimentos. Como achamos isso pra lá de bom, o leitor do Massa ganhou um espaço só pra ele! Para participar, dê sua sugestão pelo twitter Massa (@massacultural), pelo e-mail contato@massacultural.com ou comentando outros posts. E viva a colaboração! \o/
Só uma coisa a dizer: Maravilha de se ver!
Moomin Valley é um projeto de design de interior para o entretenimento familiar baseado nos livros Moomin de Tove Jansson.
Os créditos dessa maravilha fica para Maria Yasko, designer russa!
Promessa é dívida!
Citado no post anterior, eis um post sobre o Kiko. Como já disse em outro post há tempos atrás, minha opinião sobre o Kiko é bem tendenciosa de tão apaixonada que eu sou pelo trabalho dele.
A Erika (minha amiga e companheira dos tempos de faculdade) lembrou dele quando viu os cartazes anteriores, order antibiotics online e lembrou de mim também pois meu TCC era sobre os cartazes que o Kiko Farkas fez pra Osesp e que vivem ganhando prêmios por aí!
Pra falar deles, trouxe um trechinho da minha monografia: “Enfim, o que se percebe é que esses cartazes se apresentam como poesias visuais, poesias essas que expõem plasticamente a energia musical da orquestra. Tal construção busca o contato com as pessoas através de uma linguagem que abusa dos elementos mais simples da comunicação para criar estruturas complexas, variadas e ousadas, em que o sentido é resultante de uma construção mais interativa com o público. Os círculos, as linhas, as cores, as texturas, podem não ganhar vida, pulsação ou movimento através de um olhar descomprometido. Mas aquele destinatário cujos olhos se abrirem para ouvir (e não apenas olhar), identificarão por sinestesia que tais formas arranjam-se de maneira rítmica e harmoniosa em melodias e sons, tais como notas sobre uma partitura. Assim como a música, esses cartazes só valem se existir a colaboração de um público aberto a ser ‘tocado’ por eles.”
Indicação da minha querida amiga colombiana Erika Diaz
Alan Clarke fez uma proposta muito legal de cartazes para Olímpiada de Londres 2012.
Segundo ele, o conceito atrás de cada poster é a energia e movimento existente em cada modalidade usando formas bem simples. Como diria um professor meu: “é o nível mais puro da abstração”.
Pra fechar o post, nas próprias palavras da Erika:
“Quando vi isso aqui lembrei na hora do kiko farkas!”
Eu concordo com ela, e na sequência faço um post só sobre o Kiko Farkas…aguardem!
Enquanto isso, fiquem com os belos cartazes do Clarke.
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