Sandra nasceu na Alemanha, mas atualmente vive e trabalha na Inglaterra (em Londres).
Nas palavras do Natsuki Otani:
As maravilhosas ilustrações que Sandra cria tem todas as características de um ilustrador de primeira classe além de uma força eminente. Seus animais não são apenas minuciosamente desenhados, mas o estilo e desenvoltura com que ela nos presenteia com suas ilustrações é inegável. Seu trabalho evoca a profunda agitação de histórias infantis e contos de fadas dando uma sensação profundamente enraizada de terra, de florestas e mistério. Seu trabalho grita para a olhar através de sua combinação de beleza e dor numa composição elegante. Seu trabalho é forte e sutil, e isso lhe permite introduzir humor e ao mesmo tempo preservar a beleza e a arte. Um verdadeiro mimo!”
Esse post veio direto do nosso leitor massa @brunoaydos
Pessoas com dislexia têm difuculdade de leitura porque vêem as letras espelhadas, de cabeça pra baixo, ou rotacionadas de alguma forma. Também confundem letras semelhantes como b e d,p e q, v e w, etc. Albert Einstein, Leonardo da Vinci e Aghata Christie que o digam.
Sabendo disso, o estúdio holandês Studiostudio criou uma fonte especial que facilita a leitura de pessoas com dislexia: a Dyslexie.
(video de apresentação do Projeto Dyslexie)
Ao contrário da maioria das fontes, que prezam pela simetria no seu desenho, a Dyslexie é totalmente assimétrica (inclinação, altura, espaçamento) para evitar confusão na leitura.
Um estudo já foi realizado e comprovou que ao ler textos com a Dyslexie, as pessoas cometiam menos erros, em comparação a textos com fontes “comuns”.
Para conhecer mais sobre o Projeto Dyslexie e o Studiostudio, vale a pena visitar o site www.studiostudio.nl. Lá dá pra comprovar que a fonte facilita a leitura mesmo, até pra quem não precisa
“Eyes” é a mais recente série de trabalhos com aquarela que a artista Marion Bolognesi produziu. O contraste de fundo branco combinado com o domínio (absurdo, diga-se de passagem) das tintas, misturando cores quentes e frias criam emoções intensas em cada peça. Clique aqui pra ver o site maravilhoso da Marion.
Este artigo foi gentilmente cedido pela autora para veiculação do mesmo aqui no Massa.
A publicação original se deu no dia 16 de agosto de 2011 no seu próprio blog
E se a abertura de "Lost" fosse criada por Saul Bass?
Saul Bass foi um talentoso designer gráfico americano que, além de criar a identidade visual de marcas internacionais como AT&T, Minolta e Warner, ficou mundialmente famoso pelas suas aberturas de filmes. Seus trabalhos para grandes cineastas como Hitchcock, Preminger, Kubrick e Scorsese são considerados absolutos clássicos.
Um dos seus trabalhos mais conhecidos são os créditos iniciais do filme The Man with the Golden Arm. De fato as latas do filme de Preminger ao serem entregues nos cinemas em 1955, traziam em anexo um bilhete para os projecionistas: “FAVOR ABRIR AS CORTINAS ANTES DA ABERTURA DO FILME”. É que até então era muito comum que as cortinas só fossem abertas após os créditos iniciais, que eram considerados muitas vezes entediantes para a audiência. Mas Preminger considerava os gráficos desenvolvidos por Bass parte integrante da obra.
Sua influência pode ser vista até hoje em vários trabalhos de ilustradores, tanto no cinema como na televisão, tanto em homenagens “oficiais” (original da produção) como “não-oficiais” (fan art). No caso de séries de TV, entre as vinhetas de aberturas “oficiais” destacam-se as de Mad Men (AMC) e de The Hour (BBC 2).
No sentido horário: detalhe da abertura de "Mad Men"; cartaz e detalhe da bela abertura de "The Hour.
Entre as “não-oficiais”, criadas por fãs, aqui estão alguns dos meus favoritos: a abertura de Lost recriada por Hexagonall e a abertura de Mad Men recriada por Paul Rogers.
Alessandro Pautasso, vulgo Kaneda, é um designer, ilustrador e fotógrafo italiano que tem como especialidade a arte vetorial. Suas produções, sempre explorando retratos, mesclam fotografias e ilustrações vetoriais onde o surreal e o abstrato caminham juntos. Na série “Abstract Colors” Kaneda explora as cores sem dó nem piedade, o trabalho é lindo.