Animais muito loucos fazem parte dos traços de Alejo Giraldo, ilustrador espanhol que adora criar estampas diferentes e com um toque de humor. Confira alguns desenhos aqui.
Gostou do trabalho do artista, então veja mais aqui!
Animais muito loucos fazem parte dos traços de Alejo Giraldo, ilustrador espanhol que adora criar estampas diferentes e com um toque de humor. Confira alguns desenhos aqui.
Gostou do trabalho do artista, então veja mais aqui!
Esse post é daqueles que eu sempre digo: “Quero ter um!”.
Faile Puzzle Boxes são obras de arte criadas para ser vistas, tocadas, abstráidas e jogadas. Cada enigma é composto de 88 blocos de seis lados de madeira que pode ser girado e movido para criar novas imagens e composições. Ou seja o número de imagens que podem ser criados é praticamente infinito! Basta trocar, virar e girar os blocos e criar novas composições. Ou, simplesmente, divertir-se resolver o quebra-cabeça.
O interessante também é que não é produzido em escala industrial, ou seja, não há duas caixas de quebra-cabeça iguais no mundo! Cada uma tem seu próprio conjunto de imagens.
O legal também, é que além de existir o modelo físico, criaram um aplicativo para o iphone/ipad. Pelo menos dá pra ter o gostinho…
Pra fechar, dá pra brincar com ele online também, acessa aqui ó: http://www.failepuzzleboxes.com/puzzles/001
Vanessa Biff, bacharel em artes visuais da UNESC (em Criciúma) fez um trabalho de conclusão de curso chamado de PROJETO REFLITA.
Trata-se de uma intervenção poética urbana na cidade de Criciúma (SC), que buscou analisar as implicações e conseqüências que acontecem a uma arte que cruza suas fronteiras em direção ao espaço urbano.
Para pensar a vida da obra no espaço urbano das cidades e seus acontecimentos insólitos, a presente produção, que se caracteriza como intervenção de arte urbana, propõe uma resposta a essas questões levantadas a partir da primeira intervenção que ocorreu no espaço urbano de Criciúma: “Buuu!!” de Joelson Bugila.
(O Joelson Bugila é figurinha carimbada aqui no massa, já deu entrevista, já participou do 7×1, já esteve numa máteria do Cow Parade… só pra contextualizar você leitor massa.)
A obra é fundamentada a partir da pesquisa que registra essas experiências de interferências urbana, analisa a apropriação dos espaços da cidade, visando compreender em que medida a Cidade de Criciúma reconhece e manifesta-se em relação a intervenção pública de arte urbana e sugere questões como a investigação do atual uso do espaço urbano como ambiente produtor de fenômenos comunicacionais.
Super bacana também que a Vanesas fez um um Diário de Artista que dá pra acompanhar todo o processo que culminou no vídeo aí de baixo,
totalmente auto-explicativo, dá pra entender todo o processo da Vanessa.
Aproveitei, que eu tenho contato com a Vanessa e fiz uma mini-entrevista com ela sobre seu trabalho:
Massa: como surgiu a idéia de fazer esse projeto? E porque o trabalho do Bugila?
Vanessa: O projeto surgiu a partir do meu trabalho de conclusão do curso em Artes Visuais Bacharelado da UNESC e tem uma ligação direta ao trabalho do Bugila. No primeiro semestre de 2011 com o apoio da Galeria de Arte da Fundação Cultural de Criciúma, a cidade recebeu uma intervenção urbana do artista, porém houve manifestações contra a intervenção, alegando que ela estaria infringindo a lei nº 1.193 do Código de posturas do município que coloca que é proibido nas zonas urbanas colar cartazes de propaganda comercial. Em função disso um funcionário da própria Fundação Cultural teria se manifestado contra a galeria estar apoiando tal ação e, inclusive, a Fundação Municipal de Meio Ambiente teria ordenado a retirada dos cartazes. Estas implicações provocaram novas reflexões, pois cotidianamente podemos perceber muitos espaços da cidade sendo tomados gradativamente e massivamente por cartazes de eventos, inclusive alguns desses levando o logo da própria Fundação Cultural, já que ela como órgão cultural da cidade apóia e incentiva tais eventos. Porém se a proliferação de cartazes é inimiga da estética urbana, a restrição à sua colocação deveria ser preocupação prioritária de uma lei que pretenda impedir a poluição visual como um todo, aplicada a tudo aquilo que inflige a determinada lei, neste caso, a todos os cartazes de propaganda comercial. O interessante nesse estudo é perceber o quanto a cidade não está preparada para receber, compreender e vivenciar esta forma de manifestação artística.
Massa: E a experiência de colocar cartazes pela cidade? Em algum momento você foi censurada ou chamaram sua atenção por estar colando cartazes por aí?
Vanessa: Colei os cartazes no período noturno e vespertino, é interessante fazer essa comparação e tentar compreender como essa atividade é vista pelas pessoas de acordo com o horário. À noite geralmente as pessoas te censuram pelo olhar, uma viatura da polícia militar praticamente me seguiu pela cidade, por onde eu fosse ela passava… só que em certo ponto notei que ela ficou a poucos metros com sirene e faróis desligados só observando a ação, quando eu a percebi veio em minha direção, joguei todos meus materiais dentro de uma caçamba de lixo, no entanto os policias ficaram me olhando mas não me interrogaram. Já nas ações no período vespertino não houve reações negativas ao trabalho, recebi muitos olhares curiosos e alguns inclusive vieram dar apoio a manifestação.
Massa: E depois desse projeto? Você já tem algum novo projeto em vista? Tá com algo em mente e pode contar pra gente?
Vanessa: Essa foi minha primeira experiência efetiva de levar a arte para as ruas, agora surgem muitas idéias de novos diálogos com a cidade e talvez eu conte com a colaboração de outras pessoas para execução de novos projetos, vamos ver. Acredito na necessidade da arte urbana, exatamente a de provocar reflexão nas pessoas, criando um incidente, alterando o cotidiano sobre a paisagem ao seu redor de forma crítica e através da arte. Em especial na minha cidade natal, Criciúma (SC), que mesmo sendo sede de uma universidade que oferece um curso em Artes Visuais Bacharelado, vemos que são poucas as produções direcionadas a esse espaço, até porque não há incentivo, e como vimos quem o faz enfrenta impedimentos.
Massa: Obrigada Vanessa! ótima entrevista!
Vanessa: Aproveito para agradecer a oportunidade e o espaço de divulgação. Sucesso!
Pra quem quiser saber todos os detalhes do projeto, fotos, textos, vídeos, acontecimentos acessem o blog bacanérrimo da Vanessa:
http://projetoreflita.blogspot.com/
Vou fechar com uma citação que a vanessa usou no seu trabalho que eu achei fod*****!
Numa cidade onde não se sabe mais o que é público, o que é privado, fomos alienados do espaço público que, na verdade, é um espaço de guerra. Quando o espaço público está em crise, é preciso pensar que tipo de intervenção pode ajudar a nos relacionarmos com essa cidade contemporânea. (SANTANA, 2009, p.228)
Parece que vai cair, mas não vai!
A estante de livros Equilibrium é, como seu próprio nome diz, equilibrada!
De forma muito curiosa chama atenção pra sí própria em qualquer ambiente, já que ilude nossos olhos…
O projeto ganhou dois prêmios: Lápiz de Acero na Colômbia e Design+Modern+Function Competition em Nova Iorque.
O vídeo aí de baixo é auto-explicativo:
O projeto é da Malagana Design, escritório com sede na Colômbia e Nova Iorque.
O que você fez com seus disquetes antigos? Jogou fora? Muito provável que seu computador nem tenha mais entrada para um. Nick Gentry soube usá-los de uma forma artisticamente formidável. Confira!

Pinturas em disquetes, pinturas formidáveis e que criam uma forma impressionante nessa plataforma tão anos 90.
Os trabalhos de Gentry realmente mostram o quanto a criatividade pode existir em objetos já descartados. Confira mais trabalhos desse artista.
Quer conhecer mais o trabalho desse fera, então visite seu flickr.