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Marc Chagall no Masp

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A foto aí de baixo deixa bem claro onde é que eu fui parar esse final de semana né? Bom, esse é o conhecidíssimo prédio online cialis sales do Masp – Museu de Arte de São Paulo. Famoso pelo vão-livre de mais de 70 metros que se estende sob quatro enormes pilares, o edifício é considerado um importante exemplar da arquitetura brutalista brasileira e um dos mais populares ícones da capital paulista. Grandes exposições sempre aparecem por lá, e dessa vez o destaque fica pra exposição do Marc Chagall.

Pra quem não sabe Marc Chagall foi um pintor, ceramista e gravurista surrealista russo-francês. Foi um dos pioneiros da modernidade, participou das grandes transformações que ocorreram nas artes no início do século 20 e foi um dos artistas mais notáveis de seu tempo. Trabalhou intensamente para integrar seu mundo de fantasias na linguagem moderna, derivada do fauvismo e do cubismo seguindo um caminho próprio independente.

O “massa” é que este senhor inspirador está no Masp numa exposição chamada o “o mundo mágico de Marc Chagall”. A exposição apresenta um conjunto de 178 gravuras, com obras de 4 séries: Fábulas de La Fontaine, A bíblia e Dafne e Cloé, Ma vie e L’Auge II. Esse importante conjunto nos permite apreciar a sensibilidade e a poética de Marc Chagall em diferentes períodos de sua longa e produtiva vida.

Além disso, tem um espaço também chamado “cine Chagall” que mostra a última entrevista de Marc Chagall. Tem duração de 14 minutos e foi gravada em 1984.

“Só é meu o país que trago dentro da alma.” – Marc Chagall

A exposição faz juz ao nome, um mundo mágico. Nas quatro salas você não só vê as suas obras, mas se envolve com antibiotics buy online elas. É um jogo, não apenas sensorial, mas também emocional.  Nas obras se encontra o afeto pela natureza, o exótico, o onírico e o imaginário tudo ao mesmo tempo agora! É um prazer poder desfrutar de cada obra, cada detalhe (que são muitos) e ter naquela espaço experiências substantivas de arte.
Para o seu deleite, dei um googleada e consegui juntar algumas imagens das gravuras que lá estão. Fica o gostinho e convite para conhecer a exposição, que está quase no fim… então se quiser aparecer por lá, corra!





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Criatividade com códigos de barras

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Cansado de ver sempre o mesmo padrão de códigos de barras? Existe uma possibilidade enorme de criação com aquele simples signo de identificação. Como? A empresa Amoxil Online target=”_blank”>Vanity Barcodes mostra como. Através de desenhos, formas divertidas e com relação ao produto vendido, ela desenvolve criativamente códigos de barras que fogem what is the price of cialis totalmente do padrão quadradinho e retangular que estamos acostumados.


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Wallpaper Massa

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O leitor Massa e agora Convidado Massa, Andriws Prudêncio que já deu 19 voltas ao redor do sol e é natural de Içara/SC,  é o autor do novo Wallpaper que o Massa disponibiliza para alegrar seu buying online desktop. Sem mais delongas, ao Wallpaper e a apresentação do mesmo pelo Andriws:

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Em primeiro lugar, fico muito feliz de ter a oportunidade de contribuir aqui pro Massa, o blog está DEMAIS mesmo!
Pra fazer a ilustração pro wallpaper, me inspirei no universo ao qual o Massa está inserido: o da criatividade.
Tentei mostrar o que significa a expressão “soltar a imaginação”, como é fazer brotarem os pensamentos e deixar fluir as idéias até criarem vida própria. Depois de ter em mente o que queria mostrar, fui rabiscando, fiz uns 3 ou 4 rafs (ou “roughs”, como queiram) até chegar a uma imagem parecida com o que tinha em mente, depois foi só finalizar o traço. Confesso que tentei usar cores, mas não curti muito, então lembrei que gosto do monocromático is generic cialis available e… Zás! curti muito mais o resultado, e ainda fechou melhor com o carinha “retrô” da cabeça aberta!

Baixe aqui o seu wallpaper
Escolha a resolução que mais se adequa ao seu monitor.

Wallpaper Massa é uma produção quinzenal, onde a equipe do Massa Cultural libera seu senso criativo e suas inspirações de fim de semana para disponibilizar o download gratuito de Wallpapers exclusivos. Qual a utilidade? Deixar seu Desktop Muito Massa!


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Massa Entrevista Hiro Kawahara

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Hiro Kawahara é ilustrador e diretor de arte há 23 anos. Parte deste tempo, trabalhou na Taterka, agência que atende o McDonald’s, onde reconceituou o uso das toalhinhas de bandeja. Hoje, é ilustrador autônomo e atende clientes invejáveis como Itaú, Pão de Açúcar, Telefonica, Nestlé… E por aí vai.

Pulamos a parte da ilustração do mitológico repolho aquarelado, confira a Entrevista Massa, cujo entrevistado, além de excelente ilustrador é muito simpático e atencioso. :D

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Massa: Em algumas das suas entrevistas no ( vídeo que mostramos aqui no Massa e a que saiu na Ilustrar n º7 ) você agraciou os fãs com um tutorial rápido dos seus desenhos. Isso é raríssimo de encontrar, qual o motivo dessa benfeitoria?

Hiro: Pra ser sincero, a resposta é bem mais simples do que parece: foi o Ricardo Antunes, o editor da revista, quem pediu esse tutorial (toda Revista Ilustrar tem uma seção de passo-a-passo). Embora eu tenha muita vontade de fazer mais tutoriais, a verdade é que dá um trabalho danado editar um: capturar uma tela em cada etapa, depois organizar o processo na forma de texto, cropar as imagens no Photoshop… só com muito tempo eu consigo fazer isso.

Massa: Uma coisa que você tem falado nessa entrevista em vídeo é sobre o rafe e referências na hora de fazer uma ilustração. O rafe é algo que deve acompanhar o ilustrador pela vida toda, ou ele pode se permitir “ir direto ao ponto final”?

Hiro: O “rough”, vulgo “rafe” acompanha o ilustrador pela vida toda, não tem jeito. O rafe é o começo, a pedra primordial, o primeiro traço. Sem ele não tem a arte final, é querer construir a casa pelo telhado. Quanto mais se treina em fazer rafes, ou esboços, mais natural o traço sai das pontas dos dedos. Às vezes alguns trabalhos permitem que se use o esboço como arte final, quando se prioriza a fluidez e a naturalidade dos traços de um sketch.

Massa:Várias musas, meninas e bonequinhas passaram pelo seu Fast Girls, como foi o início delas, e de onde surgiu o estalo para que elas viessem ao mundo pelo seu trabalho?

Hiro: As Fast Girls nasceram depois que eu voltei de uma viagem de 40 dias em Nova York. Foi inspirador o período em que eu não precisei desenhar por encomenda, o que eu faço muuito, só pelo prazer de desenhar. Senti falta de um “Pet Project”, algo que me fizesse desenhar pra mim quando chegasse ao Brasil, porque sabia que eu iria novamente mergulhar no trabalho, sem tempo de fazer projetos pessoais. Então eu criei as Fast Girls como uma maneira de me forçar a desenhar algo divertido, só no rabisco rápido, para treinar a mão e o programa novo, que é o Painter XI. Como sou fascinado por desenhar monstros e mulheres, e não tenho muitas oportunidades de desenhar umas beldades, decidi seguir em frente com as mulheres que são ícones da cultura pop. E vejo que, depois de um ano desenhando-as, minha mão está muito mais fluida pra desenhar corpo feminino, e acho que eu me divirto muito desenhando os rostos e os olhos, fico satisfeito com o resultado, embora sempre dá pra melhorar. Cada Fast Girl é um estudo de sombrancelha, distância de olhos, expressividade…talvez quando terminar a nº365 eu já tenha melhorado mais 100% do que eu faço hoje. E assim que terminá-las tenho outro projeto de desenho diário, também envolvendo mulheres.

Massa: Comprei seu calendário! Atazanei o pessoal da Galeria Magenta até dizer chega, coitados. Ele veio lindamente autografado e personalizado, como você consegue tempo para tudo isso? Ilustrar, atualizar o blog, e responder os comentários do pessoal, o padrão de trabalho é de 8h por dia ou 20h?

Hiro: Eu trabalho muito. Muito mesmo. Sou workaholic desde a época em que eu era diretor de arte da agência Taterka, que tem a conta do McDonald’s. Eu trabalho cerca de 12 horas por dia, tem dias que chega a 14 com folga. Sempre trabalho nos feriados e finais de semana. A produção de ilustrações é grande, garante o bife com cebola todos os dias na mesa. Praticamente só saio de casa em dias de Bistecão Ilustrado ou outro evento relacionado com ilustração. Ou quando viajo um mês por ano, em algum país. Mas estou trabalhando pra diminuir essa carga, não é saudável. Pelo menos quebrei a resistência e contratei uma personal trainer, estou correndo dia sim, dia não e pretendo logo participar de uma corrida. Isso tem ajudado a não focar tanto no desenho.

Massa: E falando nos calendários, os resultados das vendas têm sido bons? Como tem sido o pós entrega dos calendários nas agências?

Hiro: As vendas tem sido maiores do que eu imaginava, mas têm uma curva descendente chegando logo. Afinal, ninguém compra calendário em maio.
Em relação a entrega do calendário nas agências, que é a intenção inicial desse projeto, tem sido corretas. Algumas pessoas mandam email agradecendo, mas tenho consciência de que os calendários não vão trazer trabalho a curto ou a médio prazo. A finalidade dos calendários é mais manter seu nome no mercado, mostrando que você está ativo, o que convenhamos, já é bastante nesse meio, com uma peça que provavelmente estará na mesa do interessado o ano inteiro.

Massa: Podemos esperar pelo calendário Hiro de 2011… 2012… 2013…?

Hiro: Com certeza, agora que eu daily cialis review peguei o gosto, não paro mais. Nas próximas vezes prepararei o calendário com mais antecedência (esse ano foi um imprevisto), e se não for um calendário será algo parecido. Criar novos layouts de calendários também é algo que eu me divirto muito. Um dos calendários pretendo fazer com as Fast Girls.

 

Massa: Faz pouco tempo você twitou um caso de sequestro de sua menina magenta, contratada como escrava para vender biquíni feio como você mesmo disse. A internet, como tem num post recente seu é a nova pasta, mas como competir com os seres mau intencionados que se apoderam dos trabalhos alheios?

Hiro: Se uma pessoa quiser usar seu desenho que está na internet, nada vai impedi-lo. Obviamente, se eu fico sabendo, ligo para o advogado ou tento negociar amigavelmente (o que não está acontecendo com a empresa dos biquinis). Como a maioria dos desenhos surrupiados meus estão sob contrato, é comum que eu comunique a empresa que comprou os direitos e eles é que se viram com o meliante. Mas nem tudo você consegue acompanhar, então dependemos muito de pessoas e amigos que “dedam” situações de roubo.
É preciso ter paciência e postura para lidar com a mentalidade dessas pessoas que acreditam que se algo está na internet ele é de domínio público.

Massa: Uma dica pra quem está começando na área de ilustração, o espaço é todo seu! =D

Hiro: A dica que eu sempre dou é: na área criativa, seja apaixonado por ilustração, tenha um sketchbook e desenhe todo santo dia. O Cárcamo, brilhante aquarelista, dizia que temos que acabar com uma resma de papel sulfite por semana, porque temos dez mil desenhos ruins dentro da gente, que só saem quando os desenhamos.

Profissionalmente, minha dica é ter consciência de qual é seu público alvo, direcionar seu trabalho para esse caminho e principalmente, saber que para se trabalhar no mercado editorial ou publicitário, não basta desenhar bem, tem que saber negociar e cobrar, senão você não passa da primeira fase. E lembrar que ilustrador não vende desenho, por mais paradoxal que seja isso. Ilustrador vende é direito de uso desse desenho. Isso faz uma diferença danada.

E por último: aprenda a gostar de ler letras miúdas. Saber ler um contrato ou um orçamento é vital.

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O Massa agradece de novo e mais uma vez a atenção do Hiro, e para você encontrar mais sobre ele e seus trabalhos, aqui o BLOG e o PORTFÓLIO.


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LOGORAMA

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Em clima de Oscar o Massa não poderia deixar de postar aqui o curta de animação premiado. Criado pelo frances François Alaux e pelo pessoal Buy Amoxil do estúdio H5, Logorama já papou vários prêmios e na noite de ontem, o Oscar de melhor curta de animação. O curta encarna uma perseguição policial com tiros, mocinhos, bandidos e alívios cômicos. Mas o mais legal é ver o querido Ronald McDonald na pele de vilão. Confira!

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