
Olá Leitores Massa!
Durante os dois anos de blog temos recebidos muitos elogios sobre a qualidade dos posts e muitas valiosas sugestões também. Analisando elogios e sugestões, programamos algumas mudanças no blog. Elas não envolvem layout, logo ou novas sessões. Mas novos e especialíssimos temperos trazidos de diferentes pontos do país, que serão apresentados aos poucos no decorrer da próxima semana.
O objetivo é deixar o Massa de todo dia mais gostoso, apetitoso e CULTURAL.
Esperamos que gostem.
Abraço massozo!
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Este artigo foi gentilmente escrito pela Valéria Midena para veiculação do mesmo aqui no Massa.
“Gigi era de poucos amigos e muito amantes.” (em “A solidão de Gigi”)
“Garry fazia questão de ir a todos os enterros das mulheres que ele assassinava.”
(em “Os lutos de Garry”)

Assim são os nanocontos de Walter Kinder – agudos e deliciosamente sintéticos. Não bastasse tal competência na expressão das palavras – afinal, quantos conseguem contar tanta história com tão poucas letras? – os nanocontos vêm acompanhados de belíssimos desenhos, intensos em cores, traços e expressividade.
Waltinho, como o chamam os amigos, carrega moleskines no bolso (na bolsa?) há quase 15 anos. Segundo ele mesmo, “no começo serviam apenas para exercícios de observação, para escrever textos rápidos e para rabiscos feitos em bares ou em viagens.” Nos últimos 5 ou 6 anos, porém, os moleskines ganharam outra dimensão e passaram a ser suporte para a construção de personagens – personagens reais, urbanos, que estão ao nosso lado, na rua, no trabalho, no cinema ou no apartamento vizinho. Centenas de pessoas que vemos sem ver, que fazem parte de nosso cotidiano, que estão tão próximas e ao mesmo tempo nos são tão distantes… Pessoas que, sob o olhar e pelas mãos de Waltinho, passam a ter identidade – transformam-se em verdadeiros personagens, com rostos, nomes, profissões, comportamentos, valores, condições socioculturais, questionamentos, aflições…
Em agosto do ano passado, o que antes era privilégio de apenas 3 ou 4 amigos tornou-se acessível a todos. Incentivado por uma amiga que conseguiu convencê-lo da relevância e da beleza de seu trabalho, Waltinho decidiu tornar públicos seus moleskines – e eis que nasceu o
http://walterkinder.com/
No site/blog estão reproduzidas as belíssimas páginas de seus pequenos cadernos. Com influências que vão de Bukowsky a Truffaut, passando por Zéfiro e Nelson Rodrigues, os nanocontos nos revelam, na narrativa e nos traços, um pouco do próprio Waltinho e de seu jeito de ver o mundo – nas palavras do dele, “muito mais de ver do que de participar.“
“Faço incursões solitárias, semanais, em busca de pessoas, histórias e situações que me inspirem. Converso comigo, me lamento, rio de mim mesmo. Também ouço conversas perdidas, às quais adiciono falas, comentários ou para as quais reinvento finais. Se tornam esquetes com algum humor nonsense. É, na prática, uma maneira de participar e até de viver a vida dos outros.”
Ora com humor, ora com melancolia, e sempre com força e singularidade, Walter mostra dessa maneira uma obra rica, de um artista maduro e talentosíssimo, cuja produção só faz encher nossos olhos de beleza, nossa mente de reflexões e nossa alma de prazer.

em “As festinhas de Débora”

em “Seu Demétrius no Baile”
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Valéria Midena, designer por opção e esteta por devoção, é sócia-diretora do GattoNero Design Studio e autora/editora do blog www.SobreTodasAsCoisas.com.br
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Artigo Massa é um post esporádico onde convidados têm espaço para publicar um artigo, sobre qualquer tema, que tenha a ver com o jeitinho Massa Cultural de ser. O objetivo é mostrar o quanto tem gente com conteúdo massa por aí. E claro, criar uma bela discusão e troca de ideias com os Leitores Massa.
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Nome: Victor Berbel
Idade: 21 anos
Profissão: Diretor de Arte / Webdesigner
Cidade: Campinas/SP
Quem sou eu?
Meu nome é Victor Berbel, tenho 21 anos e moro na cidade de Campinas/SP. Atualmente trabalho como Diretor de Arte Online em uma agência de publicidade e também como Freelancer. Gosto de mudanças, tenho interesse pelo novo e procuro sempre me aperfeiçoar e criar coisas novas, não gosto da mesmice. Tenho como objetivo sempre melhorar no que eu mais gosto de fazer que é arte.
Porque gosto de fazer o que faço?
Gosto da criatividade e da elaboração de seu próprio estilo. Busco sempre inovar nas minhas artes e nos meus desenhos, por mais que alguns clientes prefiram um estilo mais tradicional, sempre busco dar um toque pessoal nos projetos. Gosto de sempre desenvolver o meu próprio estilo e de pensar coisas novas. Gosto de arte, no sentindo mais abrangente da palavra, não só de arte digital.
Acredito que em todas as áreas artísticas e no nosso cotidiano, somos capazes de buscar referências e nos inspirar, e é isso que eu busco, seja numa musica, em um filme ou em uma obra de arte, podemos extrair algo positivo e bonito para os nossos trabalhos. Todos os dias eu procuro exercitar meu lado criativo. Acredito no meu potencial como Designer, como profissional e como pessoa.


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Nome: Maiara Sant’ana Pacheco
Idade: 21 anos
Profissão: Estudante de Design Gráfico e Diretora de Arte
Cidade: Criciúma/SC
Quem sou eu?
Sou uma pessoa extrovertida e sincera demais que por base das cores, arte, música, moda, ilustração e afins consegue expor o que sente e pensa do mundo e de si mesma. Faço atualmente faculdade de Design Gráfico na SATC, mas já sou Técnica em Design. Fiz vários cursos de pintura em tecido, pintura em tela, mangá e até crochê (risos). O que eu gosto mesmo é de arte, de cultura, de diferencial, tudo dentro disso me enche os olhos e a alma.
Porque gosto de fazer o que eu faço?
Eu poderia dizer que é porque é a única coisa que eu sei fazer bem na vida? (hahahaha) Mas é, sempre, desde muito pequena gostava que inventar coisas, saber seus motivos, agradar e ajudar os outros. Sempre gostei de cores e pincéis e das várias maneiras de mexer com tudo que fosse arte e sentimentos.
Nos tratamentos de imagem vejo uma maneira divertida de melhorar tudo, nem que seja colocar as gordurinhas a mais no lugar. Nas ilustrações e telas posso criar o meu mundo, a minha visão sobre o que vejo todos os dias, expor meus sentimentos quando as vezes não quero falar. Nos anúncio comunico coisas simples ou complexas com imagens, mexo e encaixo as coisas onde elas deveriam estar, transmito muitas vezes sentimentos e outras gero vontades e pensamentos. Para alguns a propaganda pode ser uma mentira, para mim é a visão da realização dos sonhos, é a perfeição ali nem que seja em uma imagem por alguns momentos. É por isso que eu gosto de fazer tudo isso, é uma maneira de sonhar.
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