» Design archive at Massa Cultural - Um blog com sustância criativa
Este artigo foi gentilmente cedido pela Cafundó Estudio e autor (João de Moraes) para veiculação do mesmo aqui no Massa.
A publicação original se deu no dia 23 de setembro de 2011 no próprio blog da Cafundó

Aqui no Cafundó somos todos loucos por desafios e ficamos rodopiando de alegria quando o pessoal da Ludici nos procurou para meter bronca em um projeto tão bacana que tem tudo a ver conosco, tem arte, design e muito conteúdo interessante.

A webgaleria, proposta pela Ludici, será voltada para exposição e reconhecimento de peças de qualidade, transformando ideias únicas em produtos exclusivos, reconhecendo e recompensando financeiramente seus autores.

O espaço permitirá que os usuários interajam com a arte e participem ativamente no desenvolvimento de produtos. Os trabalhos expostos na plataforma serão submetidos a uma votação, onde os participantes ajudarão a mostrar quem merece destaque.

Para os sócios Flávio Banchi e Rafael Hussein, idealizadores do projeto, a Ludici abre suas portas na internet com a ideia de “estreitar a relação das pessoas com a arte por meio de uma comunidade extremamente democrática, onde tudo acontece de forma colaborativa”.

Aqui no Cafundó pensamos e desenvolvemos a plataforma Ludici com base em muito estudo, estratégia e capricho! Entendemos desde o início que para ter um projeto gráfico onde o design fosse determinante e estratégico, teríamos de repassar para as pessoas toda a fantasia que envolve o universo da Ludici.

O início dessa viagem será uma ação promocional de lançamento, que pretende mobilizar o maior número de pessoas ligadas ao mundo da arte e design.

 

A partir de hoje os usuários poderão se tornar aventureiros da criatividade, descobrindo histórias que envolvem o universo artístico da Ludici e percorrendo lugares pela internet atrás de “pedaços da senha” – que juntos revelarão um prêmio inusitado.

Totalmente integrado a redes sociais, o desfecho da ação ocorrerá no dia 30 de setembro.

Para dar o primeiro passo no encontro entre arte e design, acesse o site:

www.ludici.com.br


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Second Hand

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Hoje é dia de mostrar o lindo trabalho do Isaac King.
Além de um exímio ilustrador ele também se aventura no mundo da animação, como você vai ver abaixo.
Tem um ótimo tumblr onde mostra o processo das animações e novidades sobre seu trabalho e um portfolio belíssimo!


A animação trazida aqui é a SECOND HAND.
A “second hand” refere-se ao lado de um tique-taque do relógio, mas também descreve itens reutilizados. Você prefere economizar tempo? Ou guardar coisas? Este filme examina o desequilíbrio e resíduos criados por estas obsessões modernas.
Here we go!


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Android

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Alguns Toy Art tipo DIY caem no gosto do público pela forma, e acredito que essa afinidade pela forma em si que aumenta sua procura. Vide Munny, que mesmo tendo uma família crescente a seu dispor, é o Munny e pronto.
Agora, um logotipo já conhecido e bem quisto virar um Toy Art DIY é o tipo de coisa que só a Google faz pra você.
Isso ai, o simpático robô Android virou um Toy Art tipo DIY que tem um bom número de personalizações próprias. Assinado pela DYZ Plastic já chegou a sua segunda série de minis Androids colecionáveis.


Aliás, meus Kidrobots que tapem os ouvidos, mas minha mão coça também pelos toys da DYZ. ^^


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Uma fonte especial para disléxicos.

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Esse post veio direto do nosso leitor massa @brunoaydos

Pessoas com dislexia têm difuculdade de leitura porque vêem as letras espelhadas, de cabeça pra baixo, ou rotacionadas de alguma forma. Também confundem letras semelhantes como b e d, p e q, v e w, etc. Albert Einstein, Leonardo da Vinci e Aghata Christie que o digam.

Sabendo disso, o estúdio holandês Studiostudio criou uma fonte especial que facilita a leitura de pessoas com dislexia: a Dyslexie.

(video de apresentação do Projeto Dyslexie)

Ao contrário da maioria das fontes, que prezam pela simetria no seu desenho, a Dyslexie é totalmente assimétrica (inclinação, altura, espaçamento) para evitar confusão na leitura.



Um estudo já foi realizado e comprovou que ao ler textos com a  Dyslexie, as pessoas cometiam menos erros, em comparação a textos com fontes “comuns”.

Para conhecer mais sobre o Projeto Dyslexie e o Studiostudio, vale a pena visitar o site www.studiostudio.nl.  Lá dá pra comprovar que a fonte facilita a leitura mesmo, até pra quem não precisa ;)

@bruno_aydos

 


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O gênio minimalista

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Este artigo foi gentilmente cedido pela autora para veiculação do mesmo aqui no Massa.
A publicação original se deu no dia 16 de agosto de 2011 no seu próprio blog

Fan Page da Sheron Neves: http://www.facebook.com/pages/Meditations-in-an-Emergency/147134732032504

E se a abertura de "Lost" fosse criada por Saul Bass?

Saul Bass foi um talentoso designer gráfico americano que, além de criar a identidade visual de marcas internacionais como AT&T, Minolta e Warner, ficou mundialmente famoso pelas suas aberturas de filmes. Seus trabalhos para grandes cineastas como Hitchcock, Preminger, Kubrick e Scorsese são considerados absolutos clássicos.

Um dos seus trabalhos mais conhecidos são os créditos iniciais do filme The Man with the Golden Arm. De fato as latas do filme de Preminger ao serem entregues nos cinemas em 1955, traziam em anexo um bilhete para os projecionistas: “FAVOR ABRIR AS CORTINAS ANTES DA ABERTURA DO FILME”. É que até então era muito comum que as cortinas só fossem abertas após os créditos iniciais, que eram considerados muitas vezes entediantes para a audiência. Mas Preminger considerava os gráficos desenvolvidos por Bass parte integrante da obra.

Sua influência pode ser vista até hoje em vários trabalhos de ilustradores, tanto no cinema como na televisão, tanto em homenagens “oficiais” (original da produção) como “não-oficiais” (fan art). No caso de séries de TV, entre as vinhetas de aberturas “oficiais” destacam-se as de Mad Men (AMC) e de The Hour (BBC 2).

No sentido horário: detalhe da abertura de "Mad Men"; cartaz e detalhe da bela abertura de "The Hour.

Entre as “não-oficiais”, criadas por fãs, aqui estão alguns dos meus favoritos: a abertura de Lost recriada por Hexagonall e a abertura de Mad Men recriada por Paul Rogers.


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