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	<title>Massa Cultural &#187; Artigos</title>
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	<description>Um blog com sustância criativa</description>
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		<title>Coletivo MURRO!</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 10:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diegopiovesan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[Tá na massa]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[O Massa apoia iniciativas que fortalecem a profissão e divulgam bons profissionais na área do design, ilustração e arte. O Coletivo Murro é uma iniciativa que tem toda atenção nossa, pois essa gurizada merece muito reconhecimento. Segue algumas informações do coletivo segundo um dos integrantes, Marcos Keller: MURRO é uma iniciativa que visa promover os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Massa apoia iniciativas que fortalecem a profissão e divulgam bons profissionais na área do design, ilustração e arte. O Coletivo Murro é uma iniciativa que tem toda atenção nossa, pois essa gurizada merece muito reconhecimento. Segue algumas informações do coletivo segundo um dos integrantes, Marcos Keller:</p>
<p>MURRO é uma iniciativa que visa promover os artistas ilustradores da região Sul do estado de Santa Catarina, através de eventos para exposição e discussão de obras, divulgados através de cartazes e meios de comunicação virtual, como blogs e sites especializados no tema, à nível nacional. MURRO é composto por um grupo de designers, ilustradores e artistas, que agem como colaboradores na divulgação, promoção e curadoria do evento.</p>
<p>A cada edição, artistas da região poderão submeter seu trabalho à comissão, e os melhores trabalhos serão expostos durante o evento, sendo divulgados também em toda comunicação do mesmo. Além disso, a iniciativa MURRO vai trazer profissionais consagrados do design da região para promover o contato com os artistas regionais, estimulando a troca de experiências entre estes e os artistas da região.</p>
<p><strong>Artistas Envolvidos no Coletivo MURRO:</strong></p>
<p>- Alan Cichela (<a href="http://alancichela.wordpress.com/">http://alancichela.wordpress.com</a>)<br />
- Felipe Kanarek (<a href="http://www.newsoso.wordpress.com/">http://www.newsoso.wordpress.com</a>)<br />
- Giovana Medeiros (<a href="http://www.flickr.com/giovana_milanezi">http://www.flickr.com/giovana_milanezi</a>)<br />
- Joelson Bugila (<a href="http://www.flickr.com/photos/bugila">http://www.flickr.com/photos/bugila</a>)<br />
- Marcos Keller (<a href="http://marcoskeller.wordpress.com/">http://marcoskeller.wordpress.com</a>)</p>
<p><strong>Hoje, sexta-feira, acontece o primeiro encontro do grupo no Mimo’s Café (Criciúma SC), a partir das 20h.</strong></p>
<p>Com a presença do <a href="http://www.carpintariaestudio.com/">Estúdio Carpintaria</a>!</p>
<p>Compareça!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-11520" href="http://www.massacultural.com/2011/10/28/coletivo-murro/murro/"><img class="aligncenter size-large wp-image-11520" title="murro" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/10/cartaz-560x1000.jpg" alt="" width="560" height="1000" /></a></p>
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		<title>Ô manhê, tô no Google!</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 11:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>geovanatm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sinta-se o único, se você tem página no Twitter, Facebook ou Flickr &#8211; ou está na lista de algum vestibular &#8211; está sujeito a ter seu nome no site de buscas mais queridinho do planeta. Agora, se você tem algum trabalho legal e está disposto a atender clientes de qualquer ponto do mundo, capriche [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.massacultural.com/2011/07/20/o-manhe-to-no-google/carinhas-artigo/" rel="attachment wp-att-10164"><img src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/carinhas-artigo.jpg" alt="" title="carinhas-artigo" width="560" height="134" class="aligncenter size-full wp-image-10164" /></a></p>
<p>Não sinta-se o único, se você tem página no Twitter, Facebook ou Flickr &#8211; ou está na lista de algum vestibular &#8211; está sujeito a ter seu nome no site de buscas mais queridinho do planeta. Agora, se você tem algum trabalho legal e está disposto a atender clientes de qualquer ponto do mundo, capriche com o que você divulga por aí. Ter alguma informação na internet é igual jogar farinha no ventilador. Para o bem ou para o mal, independente do que você divulga &#8211; sendo interessante ou cômico &#8211; irá se propagar.</p>
<p>De pequenos a grandes blogs, todos estão sempre atrás de coisas novas para apresentar aos seus leitores. Se você caiu na rede de algum destes blogs, você pode ser o peixe-troféu do dia e deve estar preparado para isso. Tanto com uma boa apresentação on line que deve exibir contatos claros e realmente úteis (aí, não entra aquele e-mail de quando você tinha 13 anos e que não acessa mais) e um portfolio com trabalhos relevantes, independente se esse portfolio for um site de domínio próprio, Blogger, WordPress ou Flickr. Para começo de carreira, o que vem depois do http:// só precisa ser profissional, e não um nome estranho como aquele e-mail de 13 anos.</p>
<p>Fotos de trabalhos são imprescindíveis. Fotos de relacionamento e pessoais, talvez afinal você não é robô, mas evite exageros e as deixe em páginas de Redes Sociais que são específicas para isso. Você trabalha com ilustração, criação de marca ou fotografia, em algum lugar algum cliente grande ou pequeno precisa desse serviço e na comodidade do lar/escritório irá procurar alguém pela internet, ou melhor, pelos sites de busca. Qualquer um pode estar nesse mar, inclusive você.</p>
<p>Por você, tome cuidado com o que divulga, atenda bem os clientes que vierem e haverão trabalhos, se é isso que você deseja. Agora, coloque seu nome no Google e veja se fica satisfeito com o que aparece. Se não ficou, sinal que você está espalhando coisas legais, mas que talvez não precisam ser pescadas.</p>
<p>Sua área não é o freela? Lembre-se de que o setor de RH de muitas empresas &#8220;jogam&#8221; o nome do candidato em sites de busca, mesmo que não admitam isso, é uma prática comum. Não julgaremos essa atitude, afinal, se o empregador tem mais uma possibilidade de avaliar informalmente o candidato, por que não fazê-lo?</p>
<p><strong>DICA1:</strong> você publicou seus trabalhos, fez aquele portfolio on line mas ninguém re-publicou. Seja cara de pau &#8211; mas nunca chato &#8211; selecione blogs que admira e sugira seu trabalho para ser divulgado. O Massa, inclusive, abre espaço para isso, aproveite estas brechas.</p>
<p><strong>DICA2: </strong>quando os clientes aparecerem, aprenda e prefira os pequenos, eles são um treino para os grandes clientes. São mais tolerantes, pagam com o mesmo dinheiro e farão propaganda de seu trabalho se forem bem atendidos.</p>
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		<title>Plakatstil: O início do design corporativo</title>
		<link>http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 14:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Hoffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Tá na massa]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[cartaz]]></category>
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		<description><![CDATA[Lucian Bernhard, pseudônimo de Emil Kahn, foi um designer gráfico e tipógrafo alemão responsável por ajudar a desenvolver o estilo conhecido com Plakatstil, iniciado nos primeiros anos do século XX. Seu primeiro trabalho foi o pôster com o qual participou de um concurso patrocinado pelos fósforos Priester. A reação inicial do júri foi de total [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucian Bernhard, pseudônimo de Emil Kahn, foi um designer gráfico e tipógrafo alemão responsável por ajudar a desenvolver o estilo conhecido com Plakatstil, iniciado nos primeiros anos do século XX.</p>
<p>Seu primeiro trabalho foi o pôster com o qual participou de um concurso patrocinado pelos fósforos Priester. A reação inicial do júri foi de total rejeição ao estilo, mas um jurado resgatou o trabalho da lata de lixo e depois de estudar a imagem convenceu o resto do júri e o primeiro cartaz de Bernhard reduziu a comunicação a uma palavra e dois palitos de fósforos.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9778" href="http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/img01-rafa/"><img class="size-full wp-image-9778 alignnone" title="img01-rafa" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/img01-rafa.jpg" alt="" width="560" height="672" /></a><br />
<span style="font-size: 12px; font-weight: bold;">IMG 1 &#8211; Pôster do concurso organizado pela empresa de fósforos Priester, Lucian Bernhard, 1903.</span></p>
<p>O estilo era caracterizado pelas fontes bold, cores chapadas, formas e objetos geométricos e simplificados. O tema central da peça era sempre mais detalhado, priorizando a objetividade da mensagem a ser transmitida. Essa simplicidade dava destaque ao produto e a marca, sendo um contraponto a complexidade da Art Nouveau, o estilo que predominava nos primeiros pôsteres até então.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9804" href="http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/img02-rafa/"><img class="alignnone size-full wp-image-9804" title="img02-rafa" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/img02-rafa.jpg" alt="" width="560" height="364" /></a><br />
<span style="font-size: 12px; font-weight: bold;">IMG 2 &#8211; Pôster para a Opel Automobile, Rudi Erdt, 1911.</span></p>
<p>O Plakatstil ajudou a criar uma visão mais moderna sobre a arte do pôster e, consequentemente, definiu algumas características que norteariam o design modernista.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9803" href="http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/img03-rafa/"><img class="alignnone size-full wp-image-9803" title="img03-rafa" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/img03-rafa.jpg" alt="" width="560" height="410" /></a><br />
<span style="font-size: 12px; font-weight: bold;">IMG 3 &#8211; Pôster para a Adler Typewriters, Lucian Bernhard, 1908.</span></p>
<p>Antes de partir de Berlim para Nova York, nos anos 1920, Bernhard produziu centenas de pôsteres para grandes corporações, com a fábrica de sapatos Stiller, a Adler Typewriters, mas ficou conhecido por seu trabalho na fábrica de cigarros Manoli.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9802" href="http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/img04-rafa/"><img class="alignnone size-full wp-image-9802" title="img04-rafa" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/img04-rafa.jpg" alt="" width="560" height="411" /></a><br />
<span style="font-size: 12px; font-weight: bold;">IMG 4 &#8211; Pôster para a fábrica de sapatos Stiller, Lucian Bernhard, 1908.</span></p>
<p>Cigarros Manoli</p>
<p>A Manoli foi uma fábrica de cigarros alemã fundada por Jacob Mandelbaum em 1987. Inicialmente chamada de Zigaretten-Fabrik Argos (Fábrica de Cigarros Argos), a Manoli ficou conhecida por seu excelente design de embalagem e por toda a linguagem visual utilizada nos produtos, caminhões, vitrines e materiais promocionais. Foi um dos primeiros exemplos do que viria a ser conhecido como design corporativo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9801" href="http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/img05-rafa/"><img class="alignnone size-full wp-image-9801" title="img05-rafa" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/img05-rafa.jpg" alt="" width="560" height="295" /></a><br />
<span style="font-size: 12px; font-weight: bold;">IMG 5 &#8211; Linha gráfica dos cigarros Manoli (antigo visual à esquerda).</span></p>
<p>Desde o início a Manoli empregou artistas gráficos e pintores em seus projetos de embalagens, pôsteres e anúncios. Muitos desses artistas eram ligados a Deutscher Werkbund (Federação Alemão do Trabalho), uma associação de artistas, artesãos e publicitários, fundada em Munique que pretendia melhorar o trabalho profissional através da ação conjunta da arte, da indústria e do artesanato.</p>
<p>Porém foi só quando Lucian Bernhard começou a trabalhar na Manoli que a empresa conseguiu dar um caráter distinto e original para seus produtos. Bernhard era o principal responsável pelo design da embalagem, enquanto Julius Klinger e Hans Rudi Erdt eram responsáveis pelos anúncios. Klinger e Rudi Erdt se tornariam dois grandes artistas gráficos influenciados pelo Plakatstil de Bernhard. Porém, foi Bernhard que criou alguns dos pôsteres da Manoli que viriam a se tornaram clássicos do design.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9800" href="http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/img06-rafa/"><img class="alignnone size-full wp-image-9800" title="img06-rafa" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/img06-rafa.jpg" alt="" width="560" height="420" /></a><br />
<span style="font-size: 12px; font-weight: bold;">IMG 6 &#8211; Pôster para a fábrica de cigarros Manolli, Lucian Bernhard, 1910.</span></p>
<p>Posteriormente, em 1910, Bernhard redesenhou o logotipo corporativo da Manoli. Influenciado pela Neue Sachlichkeit (Nova Objetividade) o logo foi reduzido a um M inserido dentro de um círculo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9799" href="http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/img07-rafa/"><img class="alignnone size-full wp-image-9799" title="img07-rafa" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/img07-rafa.jpg" alt="" width="560" height="403" /></a><br />
<span style="font-size: 12px; font-weight: bold;">IMG 7 &#8211; Pôster e logo da fábrica de cigarros Manolli, Lucian Bernhard, 1915.</span></p>
<p>O Diferencial</p>
<p>O grande diferencial do estilo de Bernhard pode ser visto claramente quando se compara um dos seus trabalhos mais conhecidos ao do contemporâneo Alphonse Mucha, um dos maiores expoentes da Art Nouveau.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9798" href="http://www.massacultural.com/2011/06/09/plakatstil-o-inicio-do-design-corporativo/img08-rafa/"><img class="alignnone size-full wp-image-9798" title="img08-rafa" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/06/img08-rafa.jpg" alt="" width="560" height="274" /></a><br />
<span style="font-size: 12px; font-weight: bold;">IMG 8 – À esquerda pôster de Alphonse Mucha para os papéis de cigarro Job (1898) e o cartaz clássico de Bernhard.</span></p>
<p>Os dois pôsteres têm o mesmo objetivo: vender cigarros. Porém o pôster de Mucha se concentra mais na sensualidade da figura central em vez do próprio cigarro. O nome da empresa e o cigarro estão presentes na imagem, mas não fica claro o que está sendo anunciado.</p>
<p>No pôster de Bernhard não há dúvida do produto ou da empresa que estão sendo anunciados. Todo o excesso de decoração é retirado, o logotipo da empresa e o produto a ser anunciado ficam claros. Não há dúvida sobre o conceito do pôster, a mensagem vai direto ao ponto. Para completar, a simplicidade e imagens geométricas dão um ar elegante a peça.</p>
<p>O trabalho de Bernhard pode ser considerado a conclusão lógica do movimento cartazista da virada do século. Em um momento em que artistas gráficos e indústria começavam a se aproximar, o estilo simplista e direto de transmitir a mensagem vinha ao encontro da necessidade das empresas começarem a ter uma divulgação mais forte e efetiva.</p>
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		<title>Branding: Quem gerencia a marca?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 14:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Caroé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito tem se falado sobre branding e gestão de marcas nos últimos tempos, e assim como vem sendo com a palavra design, às vezes seu emprego é bastante equivocado. Fica difícil compreender qual o papel que a gestão de uma marca irá exercer diante da sociedade (e ainda tem o risco de surgir um hair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-9491" href="http://www.massacultural.com/2011/06/07/branding-quem-gerencia-a-marca/branding/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9491" title="Branding" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/05/branding.jpg" alt="Branding - Quem gerencia a marca?" width="580" height="100" /></a></p>
<p>Muito tem se falado sobre <em>branding </em>e<em> gestão de marcas </em>nos últimos tempos<em>, </em>e assim como vem sendo com a palavra <em>design</em>, às vezes seu emprego é bastante equivocado. Fica difícil compreender qual o papel que a gestão de uma marca irá exercer diante da sociedade (e ainda tem o risco de surgir um <em>hair brand manager</em>, né?). </p>
<p>O esclarecimento desta dúvida, no entanto, exige outras definições, das quais uma se sobressai: Qual o profissional mais adequado para realizar essa gestão? Existem vários que inicialmente seriam os mais apropriados para a missão: administradores de empresa, marqueteiros, publicitários, designers; e sabemos que cada um destes tem suas capacidades e conhecimentos específicos. Mas quais competências são mais exigidas? </p>
<p>Para começar, o que é <em>branding</em>? Basicamente, é o conjunto de disciplinas e táticas utilizados na gestão de uma marca perante o mercado e a sociedade, além da própria marca em si. Estas disciplinas podem ser relacionadas à comunicação, na qual conceitos como divulgação, relacionamento e aspectos visuais identificam a instituição ou produto com o seu público, e podem ser também voltadas ao marketing, que une conceitos administrativos, financeiros e técnicos para coordenar o funcionamento e o crescimento desta organização.</p>
<p>Alguns destes aspectos necessitam de uma certa atenção:</p>
<ul>
<li>A <strong>metodologia</strong> deve estar bem definida desde o início, embora seja passível de 	sofrer alterações no processo;</li>
<li>O <strong>planejamento</strong> inicial e contínuo deve abranger o máximo possível de informações 	sobre a marca;</li>
<li>Os <strong>dados </strong>selecionados no planejamento precisam ser completos e 	atualizados;</li>
<li>As <strong>estratégias</strong> devem ser traçadas com consciência de todas as possibilidades e 	oportunidades, bem como dos riscos inerentes ao projeto (ou à 	operação);</li>
<li>A <strong>comunicação</strong> visual, verbal e emocional tem que corresponder apenas às 	necessidades estratégicas, evitando a poluição e sobrecarga de 	mensagens a transmitir;</li>
<li>O <strong>monitoramento</strong> e os ajustes, por fim, 	devem ser ágeis e exercidos com exatidão, principalmente neste 	mundo onde tudo rapidinho vira <em>sooo last morning</em>.</li>
</ul>
<p>E afinal, quem é que possui estes conhecimentos tão necessários e diferenciados? Os designers, com suas metodologias projetuais e conhecimentos técnicos? Os marqueteiros e publicitários que entendem tudo de posicionamento e comunicação? Ou seriam os administradores de empresa, com seus dados financeiros e suas estratégias?</p>
<p>Na realidade, todos, ou qualquer um deles. Todos os conhecimentos e táticas descritos acima podem ser assimilados com a dose certa de dedicação e vontade. Então nada impede que um dos profissionais desta lista desempenhe bem suas funções e vá adquirindo novas experiências, até se tornar um pleno Gestor de Marcas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Walter Kinder &#8211; Vivendo a vida dos outros</title>
		<link>http://www.massacultural.com/2011/06/02/walter-kinder-vivendo-a-vida-dos-outros/</link>
		<comments>http://www.massacultural.com/2011/06/02/walter-kinder-vivendo-a-vida-dos-outros/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 02:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ConvidadoMassa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Tá na massa]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[moleskine]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo foi gentilmente escrito pela Valéria Midena para veiculação do mesmo aqui no Massa. “Gigi era de poucos amigos e muito amantes.” (em “A solidão de Gigi”) “Garry fazia questão de ir a todos os enterros das mulheres que ele assassinava.” (em “Os lutos de Garry”) Assim são os nanocontos de Walter Kinder – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address style="font-size: 11px;"><strong>Este artigo foi gentilmente escrito pela Valéria Midena para veiculação do mesmo aqui no Massa.</strong></address>
<p><em>“Gigi era de poucos amigos e muito amantes.” (em “A solidão de Gigi”)<a rel="attachment wp-att-9575" href="http://www.massacultural.com/2011/06/02/walter-kinder-vivendo-a-vida-dos-outros/gigi_amigos_amantes_web/"><img class="size-large wp-image-9575 alignnone" title="gigi_amigos_amantes_web" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/05/gigi_amigos_amantes_web-560x372.jpg" alt="" width="560" height="372" /></a></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>“Garry fazia questão de ir a todos os enterros das mulheres que ele assassinava.”<br />
(em “Os lutos de Garry”)</em><br />
<a rel="attachment wp-att-9576" href="http://www.massacultural.com/2011/06/02/walter-kinder-vivendo-a-vida-dos-outros/garry_enterro_web/"><img class="size-large wp-image-9576 alignnone" title="garry_enterro_web" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/05/garry_enterro_web-560x436.jpg" alt="" width="560" height="436" /></a></p>
<p>Assim são os nanocontos de Walter Kinder – agudos e deliciosamente sintéticos. Não bastasse tal competência na expressão das palavras &#8211;   afinal, quantos conseguem contar tanta história com tão poucas letras? – os nanocontos vêm acompanhados de belíssimos desenhos, intensos em cores, traços e expressividade.</p>
<p>Waltinho, como o chamam os amigos, carrega moleskines no bolso (na bolsa?) há quase 15 anos. Segundo ele mesmo, “no começo serviam apenas para exercícios de observação, para escrever textos rápidos e para rabiscos feitos em bares ou em viagens.” Nos últimos 5 ou 6 anos, porém, os moleskines ganharam outra dimensão e passaram a ser suporte para a construção de personagens – personagens reais, urbanos, que estão ao nosso lado, na rua, no trabalho, no cinema ou no apartamento vizinho. Centenas de pessoas que vemos sem ver, que fazem parte de nosso cotidiano, que estão tão próximas e ao mesmo tempo nos são tão distantes… Pessoas que, sob o olhar e pelas mãos de Waltinho, passam a ter identidade – transformam-se em verdadeiros personagens, com rostos, nomes, profissões, comportamentos, valores, condições socioculturais, questionamentos, aflições…</p>
<p>Em agosto do ano passado, o que antes era privilégio de apenas 3 ou 4 amigos tornou-se acessível a todos. Incentivado por uma amiga que conseguiu convencê-lo da relevância e da beleza de seu trabalho, Waltinho decidiu tornar públicos seus moleskines – e eis que nasceu o<br />
<strong><a href="http://walterkinder.com/">http://walterkinder.com/</a></strong></p>
<p>No site/blog estão reproduzidas as belíssimas páginas de seus pequenos cadernos. Com influências que vão de Bukowsky a Truffaut, passando por Zéfiro e Nelson Rodrigues, os nanocontos nos revelam, na narrativa e nos traços, um pouco do próprio Waltinho e de seu jeito de ver o mundo – nas palavras do dele, “muito mais de ver do que de participar.“</p>
<p>“Faço incursões solitárias, semanais, em busca de pessoas, histórias e situações que me inspirem. Converso comigo, me lamento, rio de mim mesmo. Também ouço conversas perdidas, às quais adiciono falas, comentários ou para as quais reinvento finais. Se tornam esquetes com algum humor nonsense. É, na prática, uma maneira de participar e até de viver a vida dos outros.”</p>
<p>Ora com humor, ora com melancolia, e sempre com força e singularidade, Walter mostra dessa maneira uma obra rica, de um artista maduro e talentosíssimo, cuja produção só faz encher nossos olhos de beleza, nossa mente de reflexões e nossa alma de prazer.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-9579" href="http://www.massacultural.com/2011/06/02/walter-kinder-vivendo-a-vida-dos-outros/debora_sapatos_web/"><img class="size-full wp-image-9579 alignnone" title="debora_sapatos_web" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/05/debora_sapatos_web.jpg" alt="" width="506" height="650" /></a><br />
<strong>em &#8220;As festinhas de Débora&#8221;</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-9580" href="http://www.massacultural.com/2011/06/02/walter-kinder-vivendo-a-vida-dos-outros/untitled/"><img class="size-large wp-image-9580 alignnone" title="Untitled" src="http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2011/05/baile_saudade_peq-560x374.jpg" alt="" width="560" height="374" /></a><br />
<strong>em &#8220;Seu Demétrius no Baile&#8221;</strong></p>
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<strong>Valéria Midena</strong>, designer por opção e esteta por devoção, é sócia-diretora do GattoNero Design Studio e autora/editora do blog <strong><a href="http://www.sobretodasascoisas.com.br/" target="_blank">www.SobreTodasAsCoisas.com.br</a></strong><br />
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<p><em><strong>Artigo Massa</strong> é um post esporádico onde convidados têm espaço para publicar um artigo, sobre qualquer tema, que tenha a ver com o jeitinho Massa Cultural de ser. O objetivo é mostrar o quanto tem gente com conteúdo massa por aí. E claro, criar uma bela discusão e troca de ideias com os Leitores Massa.</em><br />
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