A idéia desse 7×1 nasceu da gigantesca repercussão do caso de uma grande rede de varejo ter plagiado ilustrações em suas peças de roupas. Foi assim, durante uma conversa no gtalk, eu, a equipe do MassaCultural e o Henrique Nardi (Tipocracia) conversamos e conversamos até que a pergunta desse 7×1 apareceu… Acho que esse é um assunto super importante para todos os profissionais da área, e mais ainda para quem está começando sua carreira e está precisando de um norte. Aproveite a aula que nossos convidados nos deram e deliciem-se!
Como você lida com referências e qual sua opinião sobre os casos de plágio?
Segue as respostas abaixo! (Ah, obrigado Eduardo, Elias, Fabiano, Hiro, Lya, Renato e Renato… vocês são massa!!!)
01.
Uso de referências e influências tem a ver com respeito ao que veio antes, com a humildade de reconhecer que ninguém faz algo sozinho e do nada. É um parâmetro para a criação.
Plágio é crime, e desrespeito com a obra do outro. Tem a ver com má fé e incompetência.
As referências são um dos principais alicerces para o meu trabalho, para tudo o que desenho e para as ideias que tenho. Podem vir de qualquer coisa: do trabalho de outros artistas visuais, da Música, do Cinema. Da Arte ou da observação direta da vida.
Procuro ter uma linguagem gráfica que seja bem original, mas tudo o que vejo e gosto pode influenciar meu desenho. Às vezes, vejo trabalhos de artistas que são um ímã pro meu estilo: gosto tanto que acabo inconscientemente levado a fazer parecido, mas aí eu tento digerir o que absorvo, para que não fique só refletindo a luz dos outros.
A ideia é transformar. Se eu não tiver nada de novo a dizer, acho que não vale à pena trabalhar com arte e criatividade.
Num sentido mais prático, gosto de trabalhar com a referência fotográfica, que garante uma qualidade de realismo em termos de proporções, perspectiva e composição, ao meu traço essencialmente errante e fluido. Gosto da mistura entre o caos das linhas e cores com a ordem que a foto impõe.
Procuro trabalhar sobre minhas próprias fotos, ou de amigos que me autorizam. Quando não dá, procuro fazer com que meu desenho seja o mais distante possível da referência, que se torne uma obra distinta, ainda que derivativa. É bom pra ética profissional e pra criatividade.
Acredito que ninguém plagia um trabalho sem saber o que está fazendo. Você pode até ser influenciado além do que deveria, ou quase copiar uma ideia sem saber que está copiando. Quando tua postura é autêntica, normalmente a reação é um “que droga! fiz parecido com o trabalho deste cara e nem percebi!”. No caso de quem plagia, existe má fé, e a ideia é um ingênuo “duvido que alguém descubra de onde copiei isto”, o que é estúpido: se o cara se acha malandro e plagia o trabalho de um ilustrador da Romênia, corre o risco de cair no twitter e ter o filme queimado mais rápido do que espera.
Já vi caso de pilantra montar um “portfolio online” carregado de trabalhos de terceiros, alegando autoria. Isso não tem nada a ver com influência, e sim com transgressão às leis de direito autoral, que são uma proteção autêntica para as pessoas que vivem de sua produção intelectual. É preciso desencorajar o plágio, informando profissionais e amadores, denunciando e punindo quem o comete.
Eduardo Nunes, ilustrador – FLICKR
02.
Referências são muito úteis. No ramo de ilustração, dificilmente encontraremos grandes ilustradores que não façam uso de referências, produzidas por eles mesmos ou de outros profissionais. Eu tenho um banco de imagens dos que considero grandes nomes da ilustração, sempre que tenho uma ilustração a fazer, vasculho estas referências e vejo como eles resolveram estéticamente algo que eu tenha que fazer neste trabalho. Certas vez preparando o jantar, enquanto fazia umas panquecas, percebi que sua textura me serviria como ferrugem, já utilizei as fotos das minhas panquecas em dois trabalhos (auto-retrato Wolverine e Capa da MAD 23), mas o que isso tem a ver?
Quando fui convidado para fazer parte deste 7×1, comecei a escrever desenfreadamente. Nossa! Quanta coisa para falar a respeito, até que parei e fui ler o que havia escrito. O texto parecia um dejavu, então resolvi dar uma pesquisada na internet pra ver o que escreviam sobre o assunto. Pásmem!! meu texto era “plágio” de pelo menos uma dúzia de outros, que jamais tinha visto.
Hoje a quantidade de informação (visual/textual) disponível na internet e a impressionante facilidade com que se descobrem os plágios ou coincidências, tenham tornado este tema tão discutido. Como alguém falou em um dos textos de que “plagiei”, “precisamos ser muito mais criativos hoje”!
E principalmente mais atentos, vc pode estar se envolvendo em um caso de coincidências, mas que hoje talvez possa ser interpretado como plágio.
Vou citar um exemplo, em 2006 fiz um curso de design com o grande mestre Alexandre Wollner, na metade de uma das aulas, querendo apimentar, questionei sobre a incrível semelhança entre o logo da Compesca criado por ele e o da CESP-Centrais Elétricas de São Paulo criado pela Cauduro Martino ( ambos de 1966), ele deu um leve sorriso e respondeu que na época houve uma leve discussão a respeito mas depois os dois lados perceberam que seria impossível um ter copiado do outro. Na época, os desenhos racionalistas tendiam a se aproximar das 3 formas geométricas básicas o que tornava possíveis estas coincidências. Hoje, será que esta história teria um desfecho tão veloz e pacífico como foi?
Elias de Carvalho Silveira , ilustrador e designer – FLICKR
03.
Referências me instigam à investigação, me fazem pensar. Eu procuro aprender com elas. Uma boa referência é um norte, uma orientação. Ajuda, clareia e inspira. É um dos ingredientes, por assim dizer, de um complexo processo criativo. Plágio não tem processo e não é nada criativo.
Fabiano Silva (o Silva), ilustrador – FLICKR
04.
Sobre as referências:
Referências para um ilustrador é o mesmo que conteúdo, seja ele como referência figurativa ou como referência de aprendizado. Faz parte da ferramenta de um ilustrador, assim como o papel, o lápis ou a criatividade, e a referência não vem só do Google, vem de todos meios possíveis, de livros e revistas, passando por fotos de família até filmes e videogames. Tudo pode ser referência para quem trabalha com desenho.
Referência figurativa é aquela que você usa quando precisa ilustrar algo para um trabalho e não sabe ou não tem segurança de ilustrar de memória. Por exemplo, quando um job pede uma ilustração de um esturjão macho ou de um interocitro. Ninguém tem obrigação de saber como é um esturjão macho, para isso serve a entidade Google. O papel do ilustrador, nesse caso, é o de interpretar essa referência fotográfica em algo diferente, não simplesmente desenhando por cima da foto, pois estamos precisando de informação de FORMA e não de IDÉIA. É função do ilustrador mudar a posição, perspectiva, qualquer coisa para que o desenho não fique exatamente como a foto, pois a fonte original pode e deve ter direitos autorais e patrimoniais. Como hoje em dia é muito fácil conseguir a referência mas não a fonte, todo cuidado é pouco, principalmente se seu cliente for grande, onde as questões jurídicas, que envolvem penalidades e restrições, são elevadas de forma exponencial. Sempre deve-se considerar a referência desse tipo apenas como um apoio, um suporte, não como a base principal do desenho.
Mais complicado é a referência de aprendizado. Todo ilustrador, pelo menos aqueles realmente interessados pela arte do desenho, sempre está fuçando a internet e livrarias, olhando trabalhos de ilustradores novos e veteranos. Nada estimula tanto a vontade de desenhar e criar novas soluções do que ver o trabalho de artistas que sabem fazer o que fazem com muita segurança.
Todo ilustrador tem alguma insegurança em algum momento da carreira, aquele ponto obscuro que ele acho que é deficiente e sabe que precisa aprimorar. Você aprimora através de cursos e da prática constante. Como um ilustrador que sente que não sabe solucionar muito bem expressão facial, não sabe solucionar os olhos ou a boca dos seus personagens.
Nessa hora, a prática constante leva a um ponto de círculo vicioso, onde ele só é quebrado através de uma referência externa. Quando seus olhos se iluminam quando encontra um ilustrador que desenha exatamente o que ele precisa melhorar.
Não há nada errado em COPIAR o traço, estilo ou as soluções de outro ilustrador, contanto que isso esteja DENTRO DE UM CONTEXTO DE TREINO E APRENDIZADO – em sketchbooks, cadernos de rascunhos, mas nunca em um trabalho pago. Vários ilustradores, incluindo eu, concordam que o fato de copiar um estilo junto com a autocrítica e a prática constante vai transformar esse estilo, em um primeiro momento inseguro, mas estimulado por estar no caminho certo, em seu estilo próprio. Ou seja, quando praticado constantemente, esse traço irá se transformar em outro, o seu traço. É nessa hora que esse traço, essa solução pode ver a luz do dia. E agora esse sujeito, que no começo copiava olhos e expressões faciais de outro ilustrador, tem seu estilo próprio que partiu de outro mentor. E quando ele se cansar desse tipo de desenho, ele novamente irá procurar por outra referência, outra busca criativa que lhe irá satisfazer, ao mesmo tempo que seu desenho mais maduro pode estimular outro ilustrador em começo de carreira em fazer o mesmo, completando o círculo da vida da ilustração.
Sobre o plágio:
Primeiro com diálogo em primeira pessoa, e se não funcionar, em terceira pessoa do jurídico.
Não discutirei aqui sobre o plagiador comercial, aquele que não ilustra, mas aquela lojinha ou empresa que encontra sua imagem na internet e coloca em seu produto sem pedir permissão ou pagar por algo. Para isso é que existem advogados.
A questão aqui deve ser concentrada no ilustrador ou artista que plagia conscientemente. Para este falta alguma coisa muito importante. Ou juízo ou caráter. Ou ambos.
Quando um ilustrador simplesmente nega o principal fator que faz dele ser digno de ser chamado de ilustrador – e não estou falando só do traço, mas também da idéia, essa sim a assinatura mais contundente do profissional – e troca pela imagem, pela idéia e solução de outra pessoa mais talentosa do que ele, é um carimbo na testa de mediocridade e falta de caráter. Nenhuma carreira é construída sobre uma mentira.
Porém, como o mundo não é perfeito, inclusive na questão do “aponte o dedo e enforquem o bandido”, acho que sempre devemos tomar muito cuidado antes de jogar lama e fezes no acusado, até porque certas palavras e reputações não dão marcha ré.
Criptoaminésia é uma pegadinha que o cérebro faz de vez em quando. Qualquer um, inclusive ilustradores, pode passar por isso. Quando você vê uma referência, uma ilustração, uma charge, qualquer coisa, e um dia você reproduz a mesma idéia e simplesmente esquece que a viu um dia, achando que foi você o criador. Acusá-lo de plágio é correto, mas não é justo. Ou seria justo, mas não correto? De qualquer forma, é por isso que eu disse que, não importa qual a situação, primeiro o diálogo, e se não funcionar, jurídico.
Hiro Kawahara, ilustrador – cheap online cialis target=”_blank”>/blog.hiro.art.br
05.
Sempre busquei referências. As boas referências te ajudam a crescer, fazem parte do trabalho e acho muito importante buscá-las. Ela enriquece tua memória visual e assim, quando fores projetar, ela aparece da forma como foi traduzida por ti. É a diferença básica para uma cópia, um plágio. Num caso desse, a idéia (da tua referência) é simplesmente transplantada para o teu trabalho, tem a identidade de quem a criou. Infelizmente dentro da área gráfica, nunca vi um caso de plágio ser resolvido de forma justa, algo que eu acredito que deveria acontecer. E sem a devida punição, há quem continue praticando.
Lya Zumblick, designer – www.lyazumblick.com
06.
“Uso referências visuais em meu trabalho como ilustrador com uma certa frequência. Se são fotos garimpadas no Google, por exemlo, procuro sempre descaracterizar o material de pesquisa, seja imprimindo nele meu traço pessoal ou distorções expressivas, seja combinando-o de forma híbrida com outras referências. Busco enfim distanciar-me do original tanto quanto possível.
O uso de referências para criar desenhos pode às vezes ser um processo semelhante ao sampling na música, no qual apenas fragmentos da canção original (um riff, uma batida…) evocam de maneira distante a matriz. É uma nova música, com alguns genes daquela primeira música no seu DNA.
Plágio é diferente. É copiar integralmente ou em boa parte a obra ou a ideia de outro artista e assiná-la como sendo sua. Isso é eticamente condenável.
Os casos de plágio dos quais soube recentemente envolveram usos comerciais de trabalhos alheios. Aconteceu com uma grande rede de lojas de roupas, que estava vendendo camisetas com estampas usadas sem autorização. Naquele caso específico , a culpa me pareceu ser dos fornecedores das roupas e não da rede de lojas em si. Achei inclusive que o pedido de indenização dos artistas foi um tanto desproporcional em relação ao dano causado, inclusive moral. Para ser sincero acredito que nem tenha sido plágio, mas “uso não-autorizado da imagem”.
É importante conversar antes sempre, antes de partir para a via litigiosa. Mas se for este o caso, que seja com um advogado que compreenda as questões abordadas e não faça do caso o seu pote de ouro.
Renato Alarcão, ilustrador e designer – www.renatoalarcao.com.br
07.
Cialis buy cheap class=”alignleft size-full wp-image-6156″ title=”Renato Faccini” src=”http://www.massacultural.com/wp-content/uploads/2010/07/Renato-Faccini.jpg” alt=”" width=”200″ height=”214″ />A palavra referência está virando um termo maldito. Começou a ser usada a torto e a direito de qualquer maneira dentro do mercado. Na verdade, dizer que começou é um chute meu, porque eu não sei dizer há quanto tempo isso acontece, mas é como eu vejo agora. Mas claro, dá para dizer com uma certa segurança que o Google agravou a situação, se é que ela existia antes. As pessoas buscam desesperadamente por imagens antes de começar um trabalho, e nada é feito até que a pasta de referências esteja entupida. Às vezes dias são gastos com essa pesquisa, e nesse meio tempo acontece muito do designer, ilustrador ou publicitário que seja se perder em um vórtex de onde ele sofre pra sair. Ele passa do ponto da pesquisa e entra na fase do acúmulo de informações inúteis ou, pior ainda, na fase de ser tão influenciado que começa a criar cópias. Ou ainda, tão absurdamente pior que definha minha alma, copia de propósito. E o mais absurdo desse caso é que a coisa tem um efeito inverso! Uma das razões de se fazer uma pesquisa é conhecer o que já existe para evitar cópias, certo?
A maneira correta de se lidar com as referências é usá-las para construir um perfil do trabalho. Mas mesmo assim eu recebo pedidos de “seguir fielmente a referência”, que acabam significando exatamente “copie”. Então, sempre que eu vou fazer as minhas pesquisas, tomo o cuidado de parar quando percebo que a quantidade de informação está no limite.
Isso é fácil de medir pelo bom senso.
Fazer a pesquisa é ótimo e essencial, não deixe nunca de fazer! Mas por favor, cópia é uma coisa e referência é outra.
E se você receber um pedido de cópia, negue. Não faz bem para o trabalho, nem para o mercado, nem para o seu coração.
Renato Faccini, ilustrador e designer – www.estabelecimento.com.br
É isso pessoal, agora é com vocês! O espaço dos comentários está aberto para sua contribuição. Como você responderia a pergunta desse 7×1?














11 comments so far
Um dos melhores 7×1. Muito completo, muita informação e a opinião de pessoas fenomenais.
julho 7th, 2010Ótimo tema. Ótimas contribuições.
julho 7th, 2010Para projetos pessoais, quando estou apenas praticando uma técnica nova, busco imagens já resolvidas (boas fotografias, etc), para que possa me concentrar na técnica, e não em soluções de composição, etc… (Mas se posto isso em meu blog, sempre cito a fonte da imagem original, até falei disso aqui: http://desenhoque.blogspot.com/2009/10/desenhos-que-nao-sao-nossos.html) Mas quando o trabalho é sério, para um cliente, busco referências fotográficas apenas quando o tema não é familiar para mim, como alguma posição ou ângulo de corpo que não consigo imaginar sozinha, ou algum objeto cujos detalhes eu não conheça de memória. E o resultado entregue ao cliente costuma ser uma enorme mistura de diferentes referências, de modo que, a não ser que eu dispusesse todas as imagens ao lado da arte-final, ninguém conseguiria identificar no desenho as fotografias originais. Já recusei muitos trabalhos, tanto de ilustração quanto de design, em que o cliente pedia para copiar ou utilizar imagens que não eram minhas nem dele. Triste é pensar que o cliente provavelmente encontrou um trouxa que fizesse o trabalho.
Abraços!
E quando o desenho em si retrata uma experiencia em que todos tiram a mesma conclusão? foi parecido quando fiz este quadrinho – http://www.ilafox.com/2010/01/vinil-tatuzator.html
6 meses depois, descobri pelo menos dois blogs com quadrinhos super parecidos! mas sei que não são plágio, pois quem tem gato sempre pensa a mesma coisa.
julho 7th, 2010Esse sim é um terreno pantanoso.
Não podemos esquecer aqui que temos duas fontes distintas de pensamento para com a referência, e apenas uma conclusão: a cópia é um pecado. Concordamos com isso, sejamos ilustradores, escritores, artistas. A referência mais comum é aquela que vem da fotografia direta. E acredito que ela deve ser usada! Pois é a tridimensionalidade da foto que resolve quase todos os nossos problemas (sombra, perspectiva, etc…), mas como comentado no post, a foto também pode ser usada como referência direta, ou secundária. Na direta eu a uso apenas como estudo, fonte de prazer no momento da criação, quando o desenho tornasse algo comercial a foto é apenas uma vaga lembrança, que ilumina os caminhos. Esses dois caminhos muito bem explanados no post dão conta da tal da ética profissional, que nós como artistas visuais precisamos ter, conosco e com o próximo. O estudo direto do desenho de alguém conhecido, como o Hiro por exemplo, eu já não defendo, visto que em algum momento aquilo ali no papel não vai ser uma solução nossa(sua), mas também sei que partir do zero é um problema e tanto, então aqui cabe mais o bom senso, moral e a realização pessoal. Ou alguém aqui quer ficar marcado como o cara que desenho feito “fulano”? Acho que não. Agora um item importante e que gostaria de colocar aqui é um termo novo, que está sendo cunhado por críticos e estestas da arte contemporânea e que se chama Resignificação. O termo, quase auto-explicativo da conta de uma tomada artística que tem como motivo a descontrução de uma ideia pela ideia, algo como desmontar um relógio para entender seu complexo sistema de construção, ou dar um novo embasamento diante de algo batido. Sim, eu sei, todo mundo já viu isso em obras de arte, mas a consciência dessa ferramenta é o que muda, ao meu ver, se é ou não um plágio. O que me assusta é que a “resignificação” possa se tornar a nova “referência”.
Um abraço a todos.
julho 7th, 2010Buscar referências é como caminhar em uma galeria de arte, basta saber transpirar sem copiar. Melhor 7×1.
julho 7th, 2010uma coisa é uma coisa, outra coisa é isso aqui http://youthoughtwewouldntnotice.com/blog3/
julho 7th, 2010Esse site tem mais chupadas que o redtube.
No mais, a opinião da galera de peso aqui no massa está fantástica.
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